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Livros e DVD - apocalipse 21

Parte VIII

Retrocesso e Recomeço

(...) Então, um dos sacerdotes, que era muito ancião, lhe diz: ‘Oh Solón, Solón, vós os gregos sois todos apenas crianças. (...).
Solón respondeu: ‘O que é o que você quer dizer com isso?’
— Vós sois todos jovens de espírito, respondeu o sacerdote, porque não possuem em vossa alma nenhuma opinião fundada nas velhas tradições encanecidas pelo tempo [...] Tem havido e ainda haverá no futuro muitas destruições dos homens originadas pelos diversos elementos, [...] tudo se encontra aqui consignado... nos nossos templos, desde tempo imemorial [...].
Pelo contrário, em vosso país [...] nos demais povos, apenas se têm estabelecido as letras e demais instituições [...] sobrevém em certos intervalos chuvas torrenciais [...] que não deixam com vida mais que aqueles que desconhecem as letras [...] De maneira que volveis a começar [...] sem saber nada dos acontecimentos remotos [...] Os dados genealógicos que acabas de expor me parecem historinhas de crianças, porque além de não mencionares mais do que um só dilúvio, o último, apesar de haver sido precedido por outros, ignorais também que uma raça mais perfeita de homens existiu em vosso país, raça da qual descendes vós e todos os cidadãos de vosso Estado, graças a um pequeno gérmen que escapou do desastre.
Isto o ignorais porque os sobreviventes, durante muitas gerações, morreram, sem deixar nada recolhido por escrito...”.
Do diálogo “Timeo” de Platão

37 - A Quinta Raça inicia seu difícil processo Evolutivo. A Segunda Atlântida. Os Mistérios. Um novo dilúvio destrói a lendária ilha dos feiticeiros. A procura de novas terras. Os divinos instrutores voltam. Os “Ildamans” sobreviventes repartem o planeta.

“Na época [...] se encontrava ali um ser muito importante do continente Atlântida, pertencente, na sua qualidade de ‘astrosovor’ a certa ‘sociedade científica’ como jamais se tinha visto igual e como provavelmente jamais será vista na Terra.
[...] Justamente antes da segunda catástrofe, os verdadeiros sábios da Atlântida, fundadores dessa realmente grande sociedade ‘Ajldán’, se deram conta de que algo muito grave estava por acontecer em breve no seu planeta; começaram a observar atentamente todos os fenômenos da natureza circundante; porém, apesar dos seus esforços, não puderam compreender o que iria se produzir. [...] quando o continente Atlântida se abismou nas profundezas do planeta, esse sábio Ajldanés, sem saber mais para onde regressar, ficou com os caçadores nesse país que viria a ser chamado ‘Maralpleissís’.
Dos “Relatos de Belzebu a seu neto” de G. I. Gurdjieff.

Contar o que testemunhei após a destruição da Primeira Atlântida é muito triste e desolador. Dos 144 grupos escolhidos para preservar a Ciência de Thot e os conhecimentos adquiridos pela ciência atlante, somente alguns poucos sobreviveram. Isolados pelas grandes distâncias ocasionadas pelas novas características geográficas do planeta, sem ter nenhum meio de comunicação disponível e havendo perdido todas as suas principais tecnologias e meios de transporte aéreos e terrestres, tentaram reconstruir parcialmente aqueles antigos centros atlantes que tinham sido preservados da destruição em diversos pontos do planeta. Em todos eles ainda era possível achar alguns dos grandes prédios piramidais característicos da arquitetura da Quarta Raça. Alguns dos grupos escolhidos conseguiram, com a ajuda dos sobreviventes mais capacitados e graças ao Código e a seus conhecimentos científicos, organizar, na chamada Grande Ilha, os fragmentos culturais da outrora poderosa civilização. Mas foi inútil porque já não possuíam mais os meios necessários para resgatar a destruída tecnologia.
Paralelamente, em diversos lugares, os sobreviventes menos afortunados lutavam apenas para continuar vivos em cavernas e grupos nômades procuravam, com a ajuda de líderes mais conscientes, terras adequadas para continuar suas existências. Em diversas partes do globo, os Iniciados tentaram resgatar o necessário para fazer com que a humanidade começasse uma nova sociedade solidária e unida, capaz de enfrentar esses novos e difíceis tempos.
Lamentavelmente, a velha unidade atlante já não seria mais possível. Nosso mundo, outrora unido e poderoso, estava fragmentado para sempre,
Aqueles foram os tempos das lendárias lutas entre os Iniciados e os poderosos “magos negros” atlantes que eram apenas cientistas inescrupulosos e ávidos de riqueza e poder, treinados e utilizados pelos vampirescos Ildamans, que, enfraquecidos e impossibilitados de sair de seus “esconderijos” dimensionais, os usavam como médiuns para enfrentar as forças do bem representadas pelos Iniciados sobreviventes. Sim, foi assim que os Ildamans iniciaram uma longa “luta” parapsicológica contra os Iniciados e seus aliados, porque estes eram os únicos capazes de estragar os seus planos de controlar o planeta que eles mesmos tinham destruído.
Vi espantado que, ao mesmo tempo em que essa luta entre as forças do “bem” e do “mal” continuava, milhões de nossos antepassados, ainda traumatizados com as seqüelas da grande destruição, foram aos poucos esquecendo todas as coisas, se tornando miseráveis e ignorantes, supersticiosos e incapazes de discernir entre o verdadeiro e o falso. Paradoxalmente, esta “degradação” da nossa espécie acabou provocando o enfraquecimento da unidade dos nossos inimigos invisíveis. Ciumentos e vingativos, os “Ildamans” começaram a brigar entre si para ter o controle absoluto daquelas criaturas cada vez mais fáceis de controlar. Agora cada um deles desejava ficar como dono desse mundo por eles mesmos destruído e se autodeclaravam perante os ignorantes humanos como o “único deus” ao qual era necessário servir e adorar. Com este vil propósito, subjugavam, mediante o medo e o terror, e em diversos setores do planeta, aqueles infelizes seres humanos que, enganados pelas demonstrações de poder desses seus falsos “protetores”, acreditavam ser parte de utópicos “povos escolhidos”. Para tanto, projetavam imagens hipnóticas nesses sugestionáveis seres humanos, através das quais apareciam como se fossem seus “deuses-protetores” e “guias”. Iludidos com falsas promessas de felicidade e abundancia em terras férteis e maravilhosas que jamais possuiriam, os usavam, não apenas como fonte de alimento, mas também como “canais” das suas disputas pelo poder sem que eles suspeitassem de nada. A partir desse momento, aqueles ignorantes e desesperados seres humanos se matariam uns aos outros sem misericórdia, convencidos de estarem lutando “guerras santas” e derramando o sangue de seus próximos, em nome do “único e verdadeiro deus”.
Não percebiam e jamais conseguiram perceber que apenas estavam dando suas vidas em beneficio dos escusos anseios de seus vampiros e tiranos alienígenas que, dessa maneira, conseguiam alimentar-se das energias psicofísicas desprendidas de toda essa dor e sofrimento coletivo. Apesar dos esforços para evitar esses conflitos, os Iniciados não conseguiriam deter as selvagens guerras que essas falsas promessas provocaram e provocariam no futuro.

Séculos mais tarde, observei que este confronto entre as forças protetoras da humanidade e os tirânicos Ildamans sobreviventes, somente seria detido temporária e tragicamente pela natureza, com ocasião da terrível catástrofe que provocaria o afundamento no abismo daquela Grande Ilha e de outros restos do antigo continente atlante. Assim acabaram também as tentativas de reconstruir a velha cultura da Quarta Raça. A causa desse e de outros afundamentos foram os diversos e lendários “dilúvios”, sendo mais famoso e recente aquele que aconteceu há mais de 850.000 anos atrás e que daria origem à lenda de Noé e sua Arca.
Quando a Segunda Atlântida deixou de existir, a última prova concreta da existência da primeira também se perdia para sempre. Glaciações terríveis e prolongadas atingiram a Terra e durante séculos os sobreviventes da nossa espécie lutariam para garantir suas precárias existências.
Com o decorrer dos séculos a atual configuração geográfica do planeta ficou totalmente consolidada. Os novos continentes e mares que tinham surgido nesses longos períodos pos-catástrofes atraíam os povos nômades, cada vez mais numerosos, que continuavam a se espalhar através do novo globo terráqueo, à procura de terras apropriadas para a existência.
Entretanto, nossa espécie uma vez mais seria protegida “do Alto”. Como nosso mundo tinha ficado totalmente destruído, os Sábios Cósmicos iniciaram um processo de colaboração com aqueles Iniciados que ainda guardavam o Código. Os Mestres Superiores voltaram a visitar nosso mundo e o Plano de Evolução foi restabelecido apesar de todos os obstáculos. Aos poucos, as chamadas Escolas Iniciáticas, nas quais eram preparados os reis-sacerdotes da época, foram organizadas sob rígidas condições de segredo, para evitar que a Ciência de Thot viesse a ser utilizada pelos inimigos ocultos da espécie ou por seus “povos escravos”. No interior destas organizações, que mais tarde seriam conhecidas como Escolas de Mistérios, a Ciência de Thot continuou a ser preservada, assim como todos os conhecimentos psico-filosóficos, matemáticos, científicos e artísticos para o benefício presente e futuro da humanidade. Também os Enviados criaram o “Projeto Prometeus”, através do qual Instrutores de variadas ciências e tecnologias vieram para colaborar com a nascente Quinta Raça, aperfeiçoando a agricultura e ensinando artes e técnicas primárias para garantir a existência e as necessidades básicas da nova humanidade. Trouxeram trigo, fruto de profundas pesquisas genéticas; uva, cuja composição química é altamente recomendada para seres de Terceiro Nível, e alguns tipos de vermes e insetos, entre eles a abelha, capazes de colaborar com a transformação e o processamento das substâncias-alimento necessárias ao ser humano.
Os povos primitivos, agradecidos por essas dádivas, fizeram daqueles frutos, assim como do pão, do vinho e do mel, alimentos sagrados, e por essa razão, estariam sempre presentes nos futuros rituais religiosos de uma forma ou de outra até nossos dias.
Mas esse nobre processo de reeducação da humanidade também foi causa de grandes sofrimentos para alguns dos Enviados do Alto. Com efeito, testemunhei, horrorizado, quando alguns desses novos “Prometeus” foram interceptados pelos “deuses vampiros” que os submetiam, como no passado, a terríveis processos de torturas parapsicológicas em animação suspensa impossíveis de descrever ou os sacrificavam através dos seus escravos humanos. Não queriam que os nossos antepassados voltassem a ter conhecimento, porque sabiam, por experiência, que a ignorância é a melhor arma para submeter os povos às piores condições de servidão.
Alguns dos “Enviados” começaram a combater estes vampiros, e vários foram destruídos. Porém outros se fortaleciam cada vez mais, tornando-se quase indestrutíveis, graças aos processos de transformação de energia psíquica que tinham desenvolvido após milênios de evolução egoísta. Usando seus “magos negros” e seus conhecimentos de engenharia genética, criaram monstros poderosos que, clonados, dizimavam a população e espalhavam o terror entre os traumatizados humanos. Irados com a impossibilidade de voltar a obter o nível de poder e destruição que possuíam antes da catástrofe, “castigavam” cruelmente aos povos que controlavam, enquanto continuavam tentando o controle do maior número de seres possíveis para assim garantir pelo menos uma segura existência num planeta que no fundo odiavam, e que se tinha convertido em uma prisão obrigatória e final. Porém, devido às suas contínuas lutas internas, seu número começou aos poucos a se reduzir, para a alegria da nossa espécie e dos nossos sábios Protetores cósmicos. Com efeito, o poder destes seres só não foi maior nem capaz de controlar todo o nosso planeta, graças aos Enviados e alienígenas que ficaram na terra e aos An ou “ filhos das estrelas”, os míticos heróis humanos mutantes, descendentes de extraterrestres, que graças a seus poderes especiais tanto físicos como parapsicológicos, defendiam nossa espécie e destruíam os monstros criados pelos Ildamans-Vampiros. Foi então que meus guias me revelaram qual tinha sido o verdadeiro motivo para que um dos nossos mais adorados Enviados do Alto, Jesus Cristo, nascesse neste mundo: Ele era parte daquele Plano Superior para a libertação da humanidade. Ele foi o sagrado instrumento, por médio do qual se tentou destruir um dos mais poderosos Ildamans ainda existentes. Apesar de não ter conseguido sucesso total na sua missão, o Divino Enviado pelo menos conseguiu diminuir e muito o poder desse sanguinário vampiro, ganhando assim o título de “Salvador do Mundo”. Soube também que esse vingativo e astuto ser, quase destruído pelo magnetismo amoroso do sangue de Jesus Cristo sabe que tem muito pouco tempo de vida. Cheio de raiva, ainda continuará provocando o derramamento de sangue inocente, agindo nos invisíveis níveis parapsicológicos para provocar novas e absurdas guerras no mundo, especialmente naquelas regiões em que ainda exerce mais influência. Ele sabe que esta é a única maneira possível de acabar com o extraordinário magnetismo amoroso do Precioso Sangue Celeste derramado deliberadamente por esse Divino Enviado. Sim, é o poder do Amor presente nesse Seu Precioso Sangue o que atua até hoje como uma Força Protetora contra as vibrações de ódio, vingança e morte que seu mortal inimigo tentou e ainda tenta impor neste mundo. Não posso revelar, por enquanto, mais nada acerca disto, e aqueles que desejem saber deverão observar sob novos ângulos as “histórias” de alguns povos e raças, que ainda em nossos dias não conseguem viver em paz por estas esquecidas e obscuras razões. Declaro que dificilmente o conseguirão até não reconhecer e aceitar a Lei do Amor, trazida pelo Mestre dos Mestres. Quando este reconhecimento coletivo aconteça, a “morte por inanição” desta espantosa criatura que jamais amou e jamais amará a nenhum ser humano será inevitável.
Agora devo voltar a relatar outros fatos relacionados com aqueles esquecidos períodos da humanidade que pude observar na Dimensão das Memórias Cósmicas.

38 - O Período dos Reis Divinos. Monumentos, escritas, símbolos, ideogramas, rituais e danças: os iniciados tentam perpetuar o conhecimento da Ciência de Thot. Os conhecimentos destruídos. Só ficam fragmentos.


“O Bem-aventurado Senhor disse: Eu instruí esta Ciência imperecível... ao Deus do Sol, Vivasvãn a instruiu a Manu, o Pai da Humanidade, e Manu, por sua vez, a instruiu a Isvãku.
Esta Ciência Suprema foi assim recebida através da corrente de sucessão discipular, e os reis santos compreenderam-na desta maneira. Mas com o passar do tempo a sucessão se rompeu e por isso a Ciência como ela é parece perdida.
Esta antiqüíssima Ciência da relação com o Supremo é falada hoje por Mim a você, porque você é meu devoto bem como Meu amigo; portanto você pode compreender o mistério transcendental desta Ciência”. Palavras do Senhor Krishna a seu discípulo Arjuna no Bhagavad Gitã Canto 4:1, 2,3.

Com o correr dos tempos, novos “Enviados” chegaram ao nosso planeta. Os Iniciados que conheciam as nobres características daqueles seres superiores, alguns dos quais ficaram na Terra desejosos de colaborar com nossa espécie, faziam contato com eles, iniciando parcerias benéficas para nosso mundo. Muitos dos que se estabeleceram na Terra aceitaram governar os humanos. Organizaram novas culturas e iniciaram aqueles maravilhosos tempos nos quais muitos povos eram governados com justiça, amor e eqüidade.
Eles seriam lembrados nas lendas da Quinta Raça como os Reis Divinos ou Celestiais.
Alguns outros alienígenas visitantes se fixaram em diversos setores do planeta guiados pelos Sábios Cósmicos, criando colônias ao redor dos novos centros Iniciáticos e colaborando com as novas culturas. Quando partiam, deixavam suas obras sob o controle de seus discípulos terrestres, os quais, agradecidos pelos seus favores, juravam esperar o retorno de seus “protetores”, conservando suas bases terrestres e transmitindo às gerações futuras as lembranças daqueles “contatos” que hoje alguns pseudo-sábios chamam de “mitos e lendas de agricultores e pastores ignorantes”, sem saber que os ignorantes são eles.
Sim, diversas culturas tiveram seu início graças aos colonizadores de longínquos planetas. Seus diferentes idiomas foram aprendidos pelos povos e tribos aos quais influenciavam, o que viria a aumentar, ainda mais, a proliferação de novas línguas e dialetos, que aos poucos seriam assimilados e aceitos. Com o passar do tempo, os novos idiomas e escritas se consolidaram na Terra, isto garantiu a continuidade e a transmissão dos conhecimentos.
Junto com isso, os Iniciados na Ciência de Thot,_conhecedores, graças ao Eneagrama, das Nove Chaves necessárias para decifrar, traduzir e interpretar os diversos modos de expressão científico-matemáticas, verbal e psico-verbal, terrestres e alienígenas_ criaram com o tempo sistemas universais de interpretação através de monumentos, ideogramas, símbolos, lendas codificadas, danças e rituais que, segundo o grau de conhecimento daqueles que as “vivenciavam”, “liam”, ou “decodificavam”, podiam transmitir desde conhecimentos matemáticos até historias destinadas a preservar a memória coletiva da nossa espécie. Apesar desses incríveis esforços, muitos desses valiosos conhecimentos seriam destruídos e pilhados ao longo dos séculos. Com efeito, fanáticos religiosos, e outros tipos de ignorantes, apoiados por ladrões e outros cúmplices motivados pelo desejo de poder e outras absurdas razões, se dedicaram a queimar grandes bibliotecas e valiosos documentos ancestrais, assim como a quebrar os monumentos onde tais conhecimentos eram gravados e a assassinar aqueles que possuíam as chaves de interpretação. Estes fatos promoviam a gradual deturpação dos profundos significados dessa antiga sabedoria. Aos poucos, a Grande Ciência de Thot foi sendo fragmentada e os que tinham as chaves para unir as partes desse complexo quebra-cabeça se tornaram cada vez mais raros. Apesar de tudo, muitos Iniciados em diversas partes do mundo conseguiriam proteger até nossos dias grandes fragmentos daquele que Gurdjieff chamou o “Grande Conhecimento” e, também, as Chaves Mestres da maravilhosa Ciência de Thot e sua síntese máxima: o Eneagrama.


39 - As lutas pelo poder. Razões para a Divisão por castas. O macaco descende do homem.
Os alienígenas que ficaram.

“Porém, mais tarde, por certas razões, havendo-se expressado do Alto o desejo de ver diminuir o mais possível o número de seres da nossa tribo existentes no planeta Terra, a maioria emigrou para outros planetas [...] e somente alguns ficaram entre teus favoritos[...]”
GJ Gurdjieff nos Relatos de Belzebu a seu Neto.

Devido ao fato de entre os sobreviventes das duas Atlântidas existirem 3 tipos de sub-raças diferentes, simbolizados nos lendários três filhos de Noé, os antigos líderes travaram durante séculos inúteis e constantes guerras pela hegemonia de uma ou outra. Alguns deles eram justos; outros, porém, eram déspotas e tiranos. As Nove Manifestações Eneagramáticas Negativas continuavam provocando dor e miséria o que era útil para os “Ildamans” inimigos da nossa espécie, que colaboravam com os “líderes guerreiros” que lhes rendiam obediência e culto em troca de poder e vítimas.
Novamente as guerras irracionais e os processos de destruição mútua tomaram conta da humanidade durante séculos.

Mas está na hora de fazer uma importante síntese. Naqueles dias vi que coexistiam 4 tipos de seres Tri-cerebrais na Terra, juntamente com 3 tipos de criaturas, frutos da engenharia genética alienígena. O primeiro grupo, estava formado por:
1- Os mutantes, produtos do cruzamento entre extraterrestres e humanos, miticamente chamados “An” (que significa “filhos das estrelas”), alguns tidos como “heróis” e/ou “semideuses”.
2- Os chamados “homens da terra”, sem mistura, frutos da evolução das primeiras 4 raças proto-históricas.
3- Uma criatura semi-humana, fruto das relações sexuais deturpadas entre “homens da terra” e certo animal já extinto a cujos descendentes chamamos “primatas”. Como já disse anteriormente, não somos nós que descendemos deles e sim eles que são uma descendência degenerada do sapiens. Esta é a razão pela qual nunca será encontrado esse tal de “elo perdido”, tão procurado por alguns “evolucionistas”. Simplesmente porque nunca existiu.
4- Finalmente, completam este primeiro grupo, os extraterrestres que ficaram entre nós por decisão própria. São poucos na atualidade. Vivem milhares de anos e não se misturam com humanos, apesar de suas notáveis semelhanças externas. Isto, talvez, para evitar o sofrimento que derivaria do envolvimento emocional com seres que, como nós, vivemos cada vez menos, comparado nosso tempo de vida com o dos nossos primitivos antepassados lemuro-atlantes.
O segundo grupo era formado pelas criaturas sobreviventes “criadas” pela engenharia genética dos Ildamans para satisfazer suas necessidades e desejos:
— Os “clones” e os “andróides” submissos e sem vontade própria, utilizados para a guerra e em trabalhos e obras perigosas e mortais. Completa este segundo grupo, um tipo de “humanóide” criado com autorização dos Sábios Cósmicos para realizar os empreendimentos dos novos “visitantes” da Terra. Este foi feito a partir de modificações genéticas realizadas nos “homens-macacos” do primeiro grupo, obtendo-se um tipo de ser mais apto, adequado e obediente para realizar trabalhos perigosos e/ou pesados (mão-de-obra para a construção, por exemplo). O “humanóide” desta rara “espécie” seria chamado de “Lu-lu”, nos antigos e lendários registros sumários. (*) Devido à existência destes dois grupos de seres “humanos”, e na medida em que os povos se organizaram em novos impérios e potências, os “Enviados” criaram, nas culturas mais avançadas, um complexo sistema de castas. A idéia original da divisão em castas era simplesmente evitar cruzamentos sexuais impróprios que pudessem provocar o nascimento de criaturas “inferiores”, em termos de “humanidade”, ou ainda “monstruosas” e/ou “imbecis e idiotas”. Apesar destes esforços, estes cruzamentos foram inevitáveis. Não me foi autorizado falar nada sobre este assunto.
Após alguns séculos, estes necessários “sistemas de castas” não conseguiram atingir seus sábios objetivos e finalmente se deturparam transformando-se em novos meios de justificar a escravidão, os ódios raciais e a supremacia dos mais fortes sobre os mais fracos para benefício dos poderosos e tiranos de “plantão”.
Outro “erro de cálculo?” Talvez.

40 - Fim das Visões na Dimensão das Memórias Cósmicas

“O Muito Santo Ashyata Shemimash foi o único Enviado do Alto que conseguiu, por seu santo Labor, criar em teu planeta condições tais que a existência dessas infelizes criaturas se fez, durante certo tempo, algo semelhante à dos seres tri-cerebrais que povoam os demais planetas de Nosso Grande Universo dotados das mesmas possibilidades que eles...”.
G.J. Gurdjieff nos “Relatos de Belzebu a seu neto”.

Vi muitas coisas que estão escritas nos livros antigos, nos registros e livros sagrados, nos mitos e lendas dos povos desta nossa Quinta Raça. Vi a origem de todos os grandes reinos e impérios governados pelos “Enviados” ou “Reis Celestiais” durante suas primeiras dinastias: sumerianos, egípcios, romanos, gregos, indianos, chineses, japoneses, incas, astecas e maias. Também fui testemunha das suas transformações, declínios e desaparecimentos, e, em alguns casos, como o dos misteriosos maias; dos seus translados a níveis dimensionais superiores. Sim... lento e sofrido foi o processo através do qual os Enviados e seus discípulos, os Iniciados na Ciência de Thot, tentaram preservar o Grande Conhecimento assim como as ciências e artes que seriam o alicerce do futuro progresso da nossa espécie. Vi, enfim, os períodos que chamam hoje “pré-história e história conhecida da humanidade” e não é necessário escrever aqui sobre estes tempos. Existe suficiente informação a respeito e apenas deve ser processada com novos olhos e sem preconceitos tendo como base o fato de que essa “historia conhecida” tem origem e causas muito diferentes das ensinadas oficialmente. Sobre determinados fatos de que fui testemunha, não me foi autorizado revelar nada em virtude da sua proximidade histórica e para evitar o agravamento dos milenares conflitos existentes entre os descendentes de determinados povos.

41 - Nossos Grandes Desafios. O perigo atual: Temos que frustrar um novo ataque alienígena. Os últimos Ildamans devem ser destruídos. A idade de ouro pode começar neste instante se agindo como eleitos “Abreviamos os tempos do fim”.


“(...) Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes...”.
Apóstolo Paulo

Dos nossos tempos atuais posso dizer que vi as nossas alternativas como espécie, algumas muito dolorosas e outras muito felizes. Apenas posso advertir que está na hora da gente refletir e mudar. E quem não sabe disso? Precisamos “compreender” como evitar os velhos erros repetitivos e como “resgatar” o que nos pode ajudar a criar melhores condições de vida para o beneficio de todos... Precisamos de um novo “Renascimento”. Precisamos saber que ainda existe a possibilidade de um ataque alienígena iniciado pelos Ildamans sobreviventes, a partir dos conflitos ainda não resolvidos entre alguns povos da Terra. Seus “agentes” terrestres estão operando inteligente e sorrateiramente para acelerar o possível “desvio evolutivo” na atualidade. Porém sei também que os Ildamans estão muito enfraquecidos e que estamos em condições de vencê-los e eliminá-los para sempre. Se conseguirmos consolidar uma real união global, eles não terão condições de nos vencer novamente. No fundo eles estão apostando no “tudo ou nada”. É a nossa chance e não podemos desperdiçá-la.
Estes “vampiros” e seu Grande Líder quase destruído pelo Mestre dos Mestres observam, com ódio, que novamente, como na Primeira Atlântida, podemos viver sob um Novo Tempo e uma Nova Ordem baseada numa Unidade Global em Harmonia com o Cosmo. Sabem que nossas possibilidades de acabar com as fronteiras geográficas e mentais são cada vez mais reais. Sabem que novamente podemos chegar a ser um só povo com uma só língua. Sim, eles sabem que nossas possibilidades de progresso humano são novamente extraordinárias. Reflitamos: quanto nos tem custado voltar a recuperar parte dessa unidade global perdida na última Grande Catástrofe! Quantas dores e sofrimentos, quantas guerras cruéis, quantas idades de trevas e escuridão, quantas inquisições e fogueiras em todos estes séculos, quanta ignorância, quantas mentiras, quantas falsas interpretações da existência, da vida, e da natureza! Quantos demônios nos têm assombrado! Quantos seres se sacrificaram por nós, quantos Mestres e sábios sofreram por nossa causa, quantos esforços, trabalhos e pesquisas!
Está na hora de demonstrar a todos eles que aprendemos a lição transformando nosso “tempo-presente” num “portal dimensional” para essa nova e superior oitava evolutiva que já existe na Dimensão Alternativa da qual fui testemunha!
Eu vi que temos apoio de forças superiores que amam a espécie humana e que querem libertar-nos das “forças das trevas”. São muitos os Iluminados que hoje formam o “Círculo Consciente” da nossa humanidade e que esperam que cada um de nós decida ser um eleito e um colaborador para preparar o caminho para esse “Bem que Está Por Vir”.
O desafio no presente é o de recuperarmos a unidade que um dia nos levou tão perto de realizar a Vontade do Todo nesta Terra. Estamos muito perto de consegui-lo na atualidade e, paradoxalmente, muito perto de perder esta nova oportunidade, para alegria dos nossos velhos inimigos.
Graças à forte corrente criada pelos Iniciados do passado, do presente e do futuro e com a colaboração dos milhões de eleitos em todo o mundo as mentalizações dos Ildamans estão sendo neutralizadas dia após dia. Graças às nossas avançadas tecnologias e atuais conhecimentos, resgatados e atualizados após séculos de atraso e ignorância, graças aos esforços de sábios e perseverantes seres humanos, estamos perto de realizar todos os nossos sonhos de Igualdade, Fraternidade e Liberdade. Não devemos deixar que eles novamente nos vençam! Foi para trabalhar, dia após dia, na consolidação da nossa unidade, que me foi revelado o Eneagrama da Unidade Global o qual compartilho, no Apêndice desta obra com você e com todos aqueles que estão prontos para serem os escolhidos que colaborarão na realização deste ideal. Enfim, deixo até aqui o relato do que Anthor e Tanaim me permitiram revelar daquilo que observei na Dimensão das Memórias Cósmicas, dimensão na qual não existe nem passado, nem presente, nem futuro, apenas o Eterno Agora.