Livros e DVD - apocalipse 21
Parte VIII
Retrocesso e Recomeço
(...) Então, um dos sacerdotes, que era muito
ancião, lhe diz: ‘Oh Solón, Solón,
vós os gregos sois todos apenas crianças.
(...).
Solón respondeu: ‘O que é o que
você quer dizer com isso?’
— Vós sois todos jovens de espírito,
respondeu o sacerdote, porque não possuem em
vossa alma nenhuma opinião fundada nas velhas
tradições encanecidas pelo tempo [...]
Tem havido e ainda haverá no futuro muitas destruições
dos homens originadas pelos diversos elementos, [...]
tudo se encontra aqui consignado... nos nossos templos,
desde tempo imemorial [...].
Pelo contrário, em vosso país [...] nos
demais povos, apenas se têm estabelecido as letras
e demais instituições [...] sobrevém
em certos intervalos chuvas torrenciais [...] que não
deixam com vida mais que aqueles que desconhecem as
letras [...] De maneira que volveis a começar
[...] sem saber nada dos acontecimentos remotos [...]
Os dados genealógicos que acabas de expor me
parecem historinhas de crianças, porque além
de não mencionares mais do que um só dilúvio,
o último, apesar de haver sido precedido por
outros, ignorais também que uma raça mais
perfeita de homens existiu em vosso país, raça
da qual descendes vós e todos os cidadãos
de vosso Estado, graças a um pequeno gérmen
que escapou do desastre.
Isto o ignorais porque os sobreviventes, durante muitas
gerações, morreram, sem deixar nada recolhido
por escrito...”.
Do diálogo “Timeo” de Platão
37 - A Quinta Raça inicia seu difícil
processo Evolutivo. A Segunda Atlântida. Os Mistérios.
Um novo dilúvio destrói a lendária
ilha dos feiticeiros. A procura de novas terras. Os
divinos instrutores voltam. Os “Ildamans”
sobreviventes repartem o planeta.
“Na época [...] se encontrava ali um ser
muito importante do continente Atlântida, pertencente,
na sua qualidade de ‘astrosovor’ a certa
‘sociedade científica’ como jamais
se tinha visto igual e como provavelmente jamais será
vista na Terra.
[...] Justamente antes da segunda catástrofe,
os verdadeiros sábios da Atlântida, fundadores
dessa realmente grande sociedade ‘Ajldán’,
se deram conta de que algo muito grave estava por acontecer
em breve no seu planeta; começaram a observar
atentamente todos os fenômenos da natureza circundante;
porém, apesar dos seus esforços, não
puderam compreender o que iria se produzir. [...] quando
o continente Atlântida se abismou nas profundezas
do planeta, esse sábio Ajldanés, sem saber
mais para onde regressar, ficou com os caçadores
nesse país que viria a ser chamado ‘Maralpleissís’.
Dos “Relatos de Belzebu a seu neto” de G.
I. Gurdjieff.
Contar o que testemunhei após a destruição
da Primeira Atlântida é muito triste e
desolador. Dos 144 grupos escolhidos para preservar
a Ciência de Thot e os conhecimentos adquiridos
pela ciência atlante, somente alguns poucos sobreviveram.
Isolados pelas grandes distâncias ocasionadas
pelas novas características geográficas
do planeta, sem ter nenhum meio de comunicação
disponível e havendo perdido todas as suas principais
tecnologias e meios de transporte aéreos e terrestres,
tentaram reconstruir parcialmente aqueles antigos centros
atlantes que tinham sido preservados da destruição
em diversos pontos do planeta. Em todos eles ainda era
possível achar alguns dos grandes prédios
piramidais característicos da arquitetura da
Quarta Raça. Alguns dos grupos escolhidos conseguiram,
com a ajuda dos sobreviventes mais capacitados e graças
ao Código e a seus conhecimentos científicos,
organizar, na chamada Grande Ilha, os fragmentos culturais
da outrora poderosa civilização. Mas foi
inútil porque já não possuíam
mais os meios necessários para resgatar a destruída
tecnologia.
Paralelamente, em diversos lugares, os sobreviventes
menos afortunados lutavam apenas para continuar vivos
em cavernas e grupos nômades procuravam, com a
ajuda de líderes mais conscientes, terras adequadas
para continuar suas existências. Em diversas partes
do globo, os Iniciados tentaram resgatar o necessário
para fazer com que a humanidade começasse uma
nova sociedade solidária e unida, capaz de enfrentar
esses novos e difíceis tempos.
Lamentavelmente, a velha unidade atlante já não
seria mais possível. Nosso mundo, outrora unido
e poderoso, estava fragmentado para sempre,
Aqueles foram os tempos das lendárias lutas entre
os Iniciados e os poderosos “magos negros”
atlantes que eram apenas cientistas inescrupulosos e
ávidos de riqueza e poder, treinados e utilizados
pelos vampirescos Ildamans, que, enfraquecidos e impossibilitados
de sair de seus “esconderijos” dimensionais,
os usavam como médiuns para enfrentar as forças
do bem representadas pelos Iniciados sobreviventes.
Sim, foi assim que os Ildamans iniciaram uma longa “luta”
parapsicológica contra os Iniciados e seus aliados,
porque estes eram os únicos capazes de estragar
os seus planos de controlar o planeta que eles mesmos
tinham destruído.
Vi espantado que, ao mesmo tempo em que essa luta entre
as forças do “bem” e do “mal”
continuava, milhões de nossos antepassados, ainda
traumatizados com as seqüelas da grande destruição,
foram aos poucos esquecendo todas as coisas, se tornando
miseráveis e ignorantes, supersticiosos e incapazes
de discernir entre o verdadeiro e o falso. Paradoxalmente,
esta “degradação” da nossa
espécie acabou provocando o enfraquecimento da
unidade dos nossos inimigos invisíveis. Ciumentos
e vingativos, os “Ildamans” começaram
a brigar entre si para ter o controle absoluto daquelas
criaturas cada vez mais fáceis de controlar.
Agora cada um deles desejava ficar como dono desse mundo
por eles mesmos destruído e se autodeclaravam
perante os ignorantes humanos como o “único
deus” ao qual era necessário servir e adorar.
Com este vil propósito, subjugavam, mediante
o medo e o terror, e em diversos setores do planeta,
aqueles infelizes seres humanos que, enganados pelas
demonstrações de poder desses seus falsos
“protetores”, acreditavam ser parte de utópicos
“povos escolhidos”. Para tanto, projetavam
imagens hipnóticas nesses sugestionáveis
seres humanos, através das quais apareciam como
se fossem seus “deuses-protetores” e “guias”.
Iludidos com falsas promessas de felicidade e abundancia
em terras férteis e maravilhosas que jamais possuiriam,
os usavam, não apenas como fonte de alimento,
mas também como “canais” das suas
disputas pelo poder sem que eles suspeitassem de nada.
A partir desse momento, aqueles ignorantes e desesperados
seres humanos se matariam uns aos outros sem misericórdia,
convencidos de estarem lutando “guerras santas”
e derramando o sangue de seus próximos, em nome
do “único e verdadeiro deus”.
Não percebiam e jamais conseguiram perceber que
apenas estavam dando suas vidas em beneficio dos escusos
anseios de seus vampiros e tiranos alienígenas
que, dessa maneira, conseguiam alimentar-se das energias
psicofísicas desprendidas de toda essa dor e
sofrimento coletivo. Apesar dos esforços para
evitar esses conflitos, os Iniciados não conseguiriam
deter as selvagens guerras que essas falsas promessas
provocaram e provocariam no futuro.
Séculos mais tarde, observei que este confronto
entre as forças protetoras da humanidade e os
tirânicos Ildamans sobreviventes, somente seria
detido temporária e tragicamente pela natureza,
com ocasião da terrível catástrofe
que provocaria o afundamento no abismo daquela Grande
Ilha e de outros restos do antigo continente atlante.
Assim acabaram também as tentativas de reconstruir
a velha cultura da Quarta Raça. A causa desse
e de outros afundamentos foram os diversos e lendários
“dilúvios”, sendo mais famoso e recente
aquele que aconteceu há mais de 850.000 anos
atrás e que daria origem à lenda de Noé
e sua Arca.
Quando a Segunda Atlântida deixou de existir,
a última prova concreta da existência da
primeira também se perdia para sempre. Glaciações
terríveis e prolongadas atingiram a Terra e durante
séculos os sobreviventes da nossa espécie
lutariam para garantir suas precárias existências.
Com o decorrer dos séculos a atual configuração
geográfica do planeta ficou totalmente consolidada.
Os novos continentes e mares que tinham surgido nesses
longos períodos pos-catástrofes atraíam
os povos nômades, cada vez mais numerosos, que
continuavam a se espalhar através do novo globo
terráqueo, à procura de terras apropriadas
para a existência.
Entretanto, nossa espécie uma vez mais seria
protegida “do Alto”. Como nosso mundo tinha
ficado totalmente destruído, os Sábios
Cósmicos iniciaram um processo de colaboração
com aqueles Iniciados que ainda guardavam o Código.
Os Mestres Superiores voltaram a visitar nosso mundo
e o Plano de Evolução foi restabelecido
apesar de todos os obstáculos. Aos poucos, as
chamadas Escolas Iniciáticas, nas quais eram
preparados os reis-sacerdotes da época, foram
organizadas sob rígidas condições
de segredo, para evitar que a Ciência de Thot
viesse a ser utilizada pelos inimigos ocultos da espécie
ou por seus “povos escravos”. No interior
destas organizações, que mais tarde seriam
conhecidas como Escolas de Mistérios, a Ciência
de Thot continuou a ser preservada, assim como todos
os conhecimentos psico-filosóficos, matemáticos,
científicos e artísticos para o benefício
presente e futuro da humanidade. Também os Enviados
criaram o “Projeto Prometeus”, através
do qual Instrutores de variadas ciências e tecnologias
vieram para colaborar com a nascente Quinta Raça,
aperfeiçoando a agricultura e ensinando artes
e técnicas primárias para garantir a existência
e as necessidades básicas da nova humanidade.
Trouxeram trigo, fruto de profundas pesquisas genéticas;
uva, cuja composição química é
altamente recomendada para seres de Terceiro Nível,
e alguns tipos de vermes e insetos, entre eles a abelha,
capazes de colaborar com a transformação
e o processamento das substâncias-alimento necessárias
ao ser humano.
Os povos primitivos, agradecidos por essas dádivas,
fizeram daqueles frutos, assim como do pão, do
vinho e do mel, alimentos sagrados, e por essa razão,
estariam sempre presentes nos futuros rituais religiosos
de uma forma ou de outra até nossos dias.
Mas esse nobre processo de reeducação
da humanidade também foi causa de grandes sofrimentos
para alguns dos Enviados do Alto. Com efeito, testemunhei,
horrorizado, quando alguns desses novos “Prometeus”
foram interceptados pelos “deuses vampiros”
que os submetiam, como no passado, a terríveis
processos de torturas parapsicológicas em animação
suspensa impossíveis de descrever ou os sacrificavam
através dos seus escravos humanos. Não
queriam que os nossos antepassados voltassem a ter conhecimento,
porque sabiam, por experiência, que a ignorância
é a melhor arma para submeter os povos às
piores condições de servidão.
Alguns dos “Enviados” começaram a
combater estes vampiros, e vários foram destruídos.
Porém outros se fortaleciam cada vez mais, tornando-se
quase indestrutíveis, graças aos processos
de transformação de energia psíquica
que tinham desenvolvido após milênios de
evolução egoísta. Usando seus “magos
negros” e seus conhecimentos de engenharia genética,
criaram monstros poderosos que, clonados, dizimavam
a população e espalhavam o terror entre
os traumatizados humanos. Irados com a impossibilidade
de voltar a obter o nível de poder e destruição
que possuíam antes da catástrofe, “castigavam”
cruelmente aos povos que controlavam, enquanto continuavam
tentando o controle do maior número de seres
possíveis para assim garantir pelo menos uma
segura existência num planeta que no fundo odiavam,
e que se tinha convertido em uma prisão obrigatória
e final. Porém, devido às suas contínuas
lutas internas, seu número começou aos
poucos a se reduzir, para a alegria da nossa espécie
e dos nossos sábios Protetores cósmicos.
Com efeito, o poder destes seres só não
foi maior nem capaz de controlar todo o nosso planeta,
graças aos Enviados e alienígenas que
ficaram na terra e aos An ou “ filhos das estrelas”,
os míticos heróis humanos mutantes, descendentes
de extraterrestres, que graças a seus poderes
especiais tanto físicos como parapsicológicos,
defendiam nossa espécie e destruíam os
monstros criados pelos Ildamans-Vampiros. Foi então
que meus guias me revelaram qual tinha sido o verdadeiro
motivo para que um dos nossos mais adorados Enviados
do Alto, Jesus Cristo, nascesse neste mundo: Ele era
parte daquele Plano Superior para a libertação
da humanidade. Ele foi o sagrado instrumento, por médio
do qual se tentou destruir um dos mais poderosos Ildamans
ainda existentes. Apesar de não ter conseguido
sucesso total na sua missão, o Divino Enviado
pelo menos conseguiu diminuir e muito o poder desse
sanguinário vampiro, ganhando assim o título
de “Salvador do Mundo”. Soube também
que esse vingativo e astuto ser, quase destruído
pelo magnetismo amoroso do sangue de Jesus Cristo sabe
que tem muito pouco tempo de vida. Cheio de raiva, ainda
continuará provocando o derramamento de sangue
inocente, agindo nos invisíveis níveis
parapsicológicos para provocar novas e absurdas
guerras no mundo, especialmente naquelas regiões
em que ainda exerce mais influência. Ele sabe
que esta é a única maneira possível
de acabar com o extraordinário magnetismo amoroso
do Precioso Sangue Celeste derramado deliberadamente
por esse Divino Enviado. Sim, é o poder do Amor
presente nesse Seu Precioso Sangue o que atua até
hoje como uma Força Protetora contra as vibrações
de ódio, vingança e morte que seu mortal
inimigo tentou e ainda tenta impor neste mundo. Não
posso revelar, por enquanto, mais nada acerca disto,
e aqueles que desejem saber deverão observar
sob novos ângulos as “histórias”
de alguns povos e raças, que ainda em nossos
dias não conseguem viver em paz por estas esquecidas
e obscuras razões. Declaro que dificilmente o
conseguirão até não reconhecer
e aceitar a Lei do Amor, trazida pelo Mestre dos Mestres.
Quando este reconhecimento coletivo aconteça,
a “morte por inanição” desta
espantosa criatura que jamais amou e jamais amará
a nenhum ser humano será inevitável.
Agora devo voltar a relatar outros fatos relacionados
com aqueles esquecidos períodos da humanidade
que pude observar na Dimensão das Memórias
Cósmicas.
38 - O Período dos Reis Divinos. Monumentos,
escritas, símbolos, ideogramas, rituais e danças:
os iniciados tentam perpetuar o conhecimento da Ciência
de Thot. Os conhecimentos destruídos. Só
ficam fragmentos.
“O Bem-aventurado Senhor disse: Eu instruí
esta Ciência imperecível... ao Deus do
Sol, Vivasvãn a instruiu a Manu, o Pai da Humanidade,
e Manu, por sua vez, a instruiu a Isvãku.
Esta Ciência Suprema foi assim recebida através
da corrente de sucessão discipular, e os reis
santos compreenderam-na desta maneira. Mas com o passar
do tempo a sucessão se rompeu e por isso a Ciência
como ela é parece perdida.
Esta antiqüíssima Ciência da relação
com o Supremo é falada hoje por Mim a você,
porque você é meu devoto bem como Meu amigo;
portanto você pode compreender o mistério
transcendental desta Ciência”. Palavras
do Senhor Krishna a seu discípulo Arjuna no Bhagavad
Gitã Canto 4:1, 2,3.
Com o correr dos tempos, novos “Enviados”
chegaram ao nosso planeta. Os Iniciados que conheciam
as nobres características daqueles seres superiores,
alguns dos quais ficaram na Terra desejosos de colaborar
com nossa espécie, faziam contato com eles, iniciando
parcerias benéficas para nosso mundo. Muitos
dos que se estabeleceram na Terra aceitaram governar
os humanos. Organizaram novas culturas e iniciaram aqueles
maravilhosos tempos nos quais muitos povos eram governados
com justiça, amor e eqüidade.
Eles seriam lembrados nas lendas da Quinta Raça
como os Reis Divinos ou Celestiais.
Alguns outros alienígenas visitantes se fixaram
em diversos setores do planeta guiados pelos Sábios
Cósmicos, criando colônias ao redor dos
novos centros Iniciáticos e colaborando com as
novas culturas. Quando partiam, deixavam suas obras
sob o controle de seus discípulos terrestres,
os quais, agradecidos pelos seus favores, juravam esperar
o retorno de seus “protetores”, conservando
suas bases terrestres e transmitindo às gerações
futuras as lembranças daqueles “contatos”
que hoje alguns pseudo-sábios chamam de “mitos
e lendas de agricultores e pastores ignorantes”,
sem saber que os ignorantes são eles.
Sim, diversas culturas tiveram seu início graças
aos colonizadores de longínquos planetas. Seus
diferentes idiomas foram aprendidos pelos povos e tribos
aos quais influenciavam, o que viria a aumentar, ainda
mais, a proliferação de novas línguas
e dialetos, que aos poucos seriam assimilados e aceitos.
Com o passar do tempo, os novos idiomas e escritas se
consolidaram na Terra, isto garantiu a continuidade
e a transmissão dos conhecimentos.
Junto com isso, os Iniciados na Ciência de Thot,_conhecedores,
graças ao Eneagrama, das Nove Chaves necessárias
para decifrar, traduzir e interpretar os diversos modos
de expressão científico-matemáticas,
verbal e psico-verbal, terrestres e alienígenas_
criaram com o tempo sistemas universais de interpretação
através de monumentos, ideogramas, símbolos,
lendas codificadas, danças e rituais que, segundo
o grau de conhecimento daqueles que as “vivenciavam”,
“liam”, ou “decodificavam”,
podiam transmitir desde conhecimentos matemáticos
até historias destinadas a preservar a memória
coletiva da nossa espécie. Apesar desses incríveis
esforços, muitos desses valiosos conhecimentos
seriam destruídos e pilhados ao longo dos séculos.
Com efeito, fanáticos religiosos, e outros tipos
de ignorantes, apoiados por ladrões e outros
cúmplices motivados pelo desejo de poder e outras
absurdas razões, se dedicaram a queimar grandes
bibliotecas e valiosos documentos ancestrais, assim
como a quebrar os monumentos onde tais conhecimentos
eram gravados e a assassinar aqueles que possuíam
as chaves de interpretação. Estes fatos
promoviam a gradual deturpação dos profundos
significados dessa antiga sabedoria. Aos poucos, a Grande
Ciência de Thot foi sendo fragmentada e os que
tinham as chaves para unir as partes desse complexo
quebra-cabeça se tornaram cada vez mais raros.
Apesar de tudo, muitos Iniciados em diversas partes
do mundo conseguiriam proteger até nossos dias
grandes fragmentos daquele que Gurdjieff chamou o “Grande
Conhecimento” e, também, as Chaves Mestres
da maravilhosa Ciência de Thot e sua síntese
máxima: o Eneagrama.
39 - As lutas pelo poder. Razões para
a Divisão por castas. O macaco descende do homem.
Os alienígenas que ficaram.
“Porém, mais tarde, por certas razões,
havendo-se expressado do Alto o desejo de ver diminuir
o mais possível o número de seres da nossa
tribo existentes no planeta Terra, a maioria emigrou
para outros planetas [...] e somente alguns ficaram
entre teus favoritos[...]”
GJ Gurdjieff nos Relatos de Belzebu a seu Neto.
Devido ao fato de entre os sobreviventes das duas Atlântidas
existirem 3 tipos de sub-raças diferentes, simbolizados
nos lendários três filhos de Noé,
os antigos líderes travaram durante séculos
inúteis e constantes guerras pela hegemonia de
uma ou outra. Alguns deles eram justos; outros, porém,
eram déspotas e tiranos. As Nove Manifestações
Eneagramáticas Negativas continuavam provocando
dor e miséria o que era útil para os “Ildamans”
inimigos da nossa espécie, que colaboravam com
os “líderes guerreiros” que lhes
rendiam obediência e culto em troca de poder e
vítimas.
Novamente as guerras irracionais e os processos de destruição
mútua tomaram conta da humanidade durante séculos.
Mas está na hora de fazer uma importante síntese.
Naqueles dias vi que coexistiam 4 tipos de seres Tri-cerebrais
na Terra, juntamente com 3 tipos de criaturas, frutos
da engenharia genética alienígena. O primeiro
grupo, estava formado por:
1- Os mutantes, produtos do cruzamento entre extraterrestres
e humanos, miticamente chamados “An” (que
significa “filhos das estrelas”), alguns
tidos como “heróis” e/ou “semideuses”.
2- Os chamados “homens da terra”, sem mistura,
frutos da evolução das primeiras 4 raças
proto-históricas.
3- Uma criatura semi-humana, fruto das relações
sexuais deturpadas entre “homens da terra”
e certo animal já extinto a cujos descendentes
chamamos “primatas”. Como já disse
anteriormente, não somos nós que descendemos
deles e sim eles que são uma descendência
degenerada do sapiens. Esta é a razão
pela qual nunca será encontrado esse tal de “elo
perdido”, tão procurado por alguns “evolucionistas”.
Simplesmente porque nunca existiu.
4- Finalmente, completam este primeiro grupo, os extraterrestres
que ficaram entre nós por decisão própria.
São poucos na atualidade. Vivem milhares de anos
e não se misturam com humanos, apesar de suas
notáveis semelhanças externas. Isto, talvez,
para evitar o sofrimento que derivaria do envolvimento
emocional com seres que, como nós, vivemos cada
vez menos, comparado nosso tempo de vida com o dos nossos
primitivos antepassados lemuro-atlantes.
O segundo grupo era formado pelas criaturas sobreviventes
“criadas” pela engenharia genética
dos Ildamans para satisfazer suas necessidades e desejos:
— Os “clones” e os “andróides”
submissos e sem vontade própria, utilizados para
a guerra e em trabalhos e obras perigosas e mortais.
Completa este segundo grupo, um tipo de “humanóide”
criado com autorização dos Sábios
Cósmicos para realizar os empreendimentos dos
novos “visitantes” da Terra. Este foi feito
a partir de modificações genéticas
realizadas nos “homens-macacos” do primeiro
grupo, obtendo-se um tipo de ser mais apto, adequado
e obediente para realizar trabalhos perigosos e/ou pesados
(mão-de-obra para a construção,
por exemplo). O “humanóide” desta
rara “espécie” seria chamado de “Lu-lu”,
nos antigos e lendários registros sumários.
(*) Devido à existência destes dois grupos
de seres “humanos”, e na medida em que os
povos se organizaram em novos impérios e potências,
os “Enviados” criaram, nas culturas mais
avançadas, um complexo sistema de castas. A idéia
original da divisão em castas era simplesmente
evitar cruzamentos sexuais impróprios que pudessem
provocar o nascimento de criaturas “inferiores”,
em termos de “humanidade”, ou ainda “monstruosas”
e/ou “imbecis e idiotas”. Apesar destes
esforços, estes cruzamentos foram inevitáveis.
Não me foi autorizado falar nada sobre este assunto.
Após alguns séculos, estes necessários
“sistemas de castas” não conseguiram
atingir seus sábios objetivos e finalmente se
deturparam transformando-se em novos meios de justificar
a escravidão, os ódios raciais e a supremacia
dos mais fortes sobre os mais fracos para benefício
dos poderosos e tiranos de “plantão”.
Outro “erro de cálculo?” Talvez.
40 - Fim das Visões na Dimensão
das Memórias Cósmicas
“O Muito Santo Ashyata Shemimash foi o único
Enviado do Alto que conseguiu, por seu santo Labor,
criar em teu planeta condições tais que
a existência dessas infelizes criaturas se fez,
durante certo tempo, algo semelhante à dos seres
tri-cerebrais que povoam os demais planetas de Nosso
Grande Universo dotados das mesmas possibilidades que
eles...”.
G.J. Gurdjieff nos “Relatos de Belzebu a seu neto”.
Vi muitas coisas que estão escritas nos livros
antigos, nos registros e livros sagrados, nos mitos
e lendas dos povos desta nossa Quinta Raça. Vi
a origem de todos os grandes reinos e impérios
governados pelos “Enviados” ou “Reis
Celestiais” durante suas primeiras dinastias:
sumerianos, egípcios, romanos, gregos, indianos,
chineses, japoneses, incas, astecas e maias. Também
fui testemunha das suas transformações,
declínios e desaparecimentos, e, em alguns casos,
como o dos misteriosos maias; dos seus translados a
níveis dimensionais superiores. Sim... lento
e sofrido foi o processo através do qual os Enviados
e seus discípulos, os Iniciados na Ciência
de Thot, tentaram preservar o Grande Conhecimento assim
como as ciências e artes que seriam o alicerce
do futuro progresso da nossa espécie. Vi, enfim,
os períodos que chamam hoje “pré-história
e história conhecida da humanidade” e não
é necessário escrever aqui sobre estes
tempos. Existe suficiente informação a
respeito e apenas deve ser processada com novos olhos
e sem preconceitos tendo como base o fato de que essa
“historia conhecida” tem origem e causas
muito diferentes das ensinadas oficialmente. Sobre determinados
fatos de que fui testemunha, não me foi autorizado
revelar nada em virtude da sua proximidade histórica
e para evitar o agravamento dos milenares conflitos
existentes entre os descendentes de determinados povos.
41 - Nossos Grandes Desafios. O perigo atual: Temos
que frustrar um novo ataque alienígena. Os últimos
Ildamans devem ser destruídos. A idade de ouro
pode começar neste instante se agindo como eleitos
“Abreviamos os tempos do fim”.
“(...) Porque a nossa luta não é
contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados
e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso,
contra as forças espirituais do mal, nas regiões
celestes...”.
Apóstolo Paulo
Dos nossos tempos atuais posso dizer que vi as nossas
alternativas como espécie, algumas muito dolorosas
e outras muito felizes. Apenas posso advertir que está
na hora da gente refletir e mudar. E quem não
sabe disso? Precisamos “compreender” como
evitar os velhos erros repetitivos e como “resgatar”
o que nos pode ajudar a criar melhores condições
de vida para o beneficio de todos... Precisamos de um
novo “Renascimento”. Precisamos saber que
ainda existe a possibilidade de um ataque alienígena
iniciado pelos Ildamans sobreviventes, a partir dos
conflitos ainda não resolvidos entre alguns povos
da Terra. Seus “agentes” terrestres estão
operando inteligente e sorrateiramente para acelerar
o possível “desvio evolutivo” na
atualidade. Porém sei também que os Ildamans
estão muito enfraquecidos e que estamos em condições
de vencê-los e eliminá-los para sempre.
Se conseguirmos consolidar uma real união global,
eles não terão condições
de nos vencer novamente. No fundo eles estão
apostando no “tudo ou nada”. É a
nossa chance e não podemos desperdiçá-la.
Estes “vampiros” e seu Grande Líder
quase destruído pelo Mestre dos Mestres observam,
com ódio, que novamente, como na Primeira Atlântida,
podemos viver sob um Novo Tempo e uma Nova Ordem baseada
numa Unidade Global em Harmonia com o Cosmo. Sabem que
nossas possibilidades de acabar com as fronteiras geográficas
e mentais são cada vez mais reais. Sabem que
novamente podemos chegar a ser um só povo com
uma só língua. Sim, eles sabem que nossas
possibilidades de progresso humano são novamente
extraordinárias. Reflitamos: quanto nos tem custado
voltar a recuperar parte dessa unidade global perdida
na última Grande Catástrofe! Quantas dores
e sofrimentos, quantas guerras cruéis, quantas
idades de trevas e escuridão, quantas inquisições
e fogueiras em todos estes séculos, quanta ignorância,
quantas mentiras, quantas falsas interpretações
da existência, da vida, e da natureza! Quantos
demônios nos têm assombrado! Quantos seres
se sacrificaram por nós, quantos Mestres e sábios
sofreram por nossa causa, quantos esforços, trabalhos
e pesquisas!
Está na hora de demonstrar a todos eles que aprendemos
a lição transformando nosso “tempo-presente”
num “portal dimensional” para essa nova
e superior oitava evolutiva que já existe na
Dimensão Alternativa da qual fui testemunha!
Eu vi que temos apoio de forças superiores que
amam a espécie humana e que querem libertar-nos
das “forças das trevas”. São
muitos os Iluminados que hoje formam o “Círculo
Consciente” da nossa humanidade e que esperam
que cada um de nós decida ser um eleito e um
colaborador para preparar o caminho para esse “Bem
que Está Por Vir”.
O desafio no presente é o de recuperarmos a unidade
que um dia nos levou tão perto de realizar a
Vontade do Todo nesta Terra. Estamos muito perto de
consegui-lo na atualidade e, paradoxalmente, muito perto
de perder esta nova oportunidade, para alegria dos nossos
velhos inimigos.
Graças à forte corrente criada pelos Iniciados
do passado, do presente e do futuro e com a colaboração
dos milhões de eleitos em todo o mundo as mentalizações
dos Ildamans estão sendo neutralizadas dia após
dia. Graças às nossas avançadas
tecnologias e atuais conhecimentos, resgatados e atualizados
após séculos de atraso e ignorância,
graças aos esforços de sábios e
perseverantes seres humanos, estamos perto de realizar
todos os nossos sonhos de Igualdade, Fraternidade e
Liberdade. Não devemos deixar que eles novamente
nos vençam! Foi para trabalhar, dia após
dia, na consolidação da nossa unidade,
que me foi revelado o Eneagrama da Unidade Global o
qual compartilho, no Apêndice desta obra com você
e com todos aqueles que estão prontos para serem
os escolhidos que colaborarão na realização
deste ideal. Enfim, deixo até aqui o relato do
que Anthor e Tanaim me permitiram revelar daquilo que
observei na Dimensão das Memórias Cósmicas,
dimensão na qual não existe nem passado,
nem presente, nem futuro, apenas o Eterno Agora.
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