Livros e DVD - apocalipse 21
Parte VI
Invasores!
“Ildabaoth estava longe de ser
um espírito puro; nele imperavam
a ambição e o orgulho.
Resolvera romper todas as relações
Com sua mãe Achamoth
E criar um mundo inteiramente seu”...
Em “Gnostic and their remains”.(1887)
32 - Invasão destrutora: Os Ildamans
de Baoth voltam ao ataque. Os vampiros cósmicos:
somos o último “elo” da cadeia alimentar?
Os falsos paraísos e as cidades subterrâneas.
“[...] Os Ciclopes... transformaram-se em demônios
subalternos, ferreiros e artífices de todas as
armas dos deuses, mas sempre sob a direção
de Hefesto... possuíam uma oficina subterrânea”.
Junito de Souza Brandão.
“Hefesto (Vulcano)... tinha muita força...
e toda sua obra era de uma habilidade sem rival. Numa
ocasião fez uma série de mulheres mecânicas
de ouro que lhe colaboravam na sua frágua (as
quais) inclusive podiam falar e realizar tarefas das
mais difíceis que ele lhes encomendava. Possuía
uma serie de trípodes com rodas... (os quais)
podiam ir por si mesmos a uma reunião dos deuses
e voltar do mesmo modo”. Mito grego
A abertura do nosso mundo às culturas extraterrenas,
ao mesmo tempo em que favoreceu o progresso atlante
foi, paradoxalmente, a causa de uma lenta, sorrateira
e bem planejada invasão destrutora por parte
de seres contrários à nossa evolução.
Esses alienígenas eram comandados pelos perigosos
“Ildamans”, seus outrora derrotados chefes-rebeldes
do planeta “Baoth”.
Cheios de um rancor milenar, estes acalentavam, há
séculos, uma cruel vingança que servisse
de “lição” para a Confederação
Intergaláctica, e o nosso planeta apresentava
as condições ideais tanto para concretizá-la
como para reiniciar os planos de expansão e conquista
dos “mundos inferiores” detidos após
a humilhante derrota sofrida durante “A Guerra
Interestelar”. Entre as condições
que eles consideravam ideais devo destacar as seguintes:
Por uma parte, o fato deste nosso “sombrio mundo”
estar longe demais do Centrum facilitaria o necessário
sigilo no reinício dos seus ilegais investimentos,
pesquisas e atividades de manipulação
das bio-formas Tipo 3 inferiores. Essas atividades são
fundamentais para esses alienígenas porque: tanto
eles quanto seus aliados são uma espécie
altamente evoluída e inteligente de vampiros
cósmicos que descobriram que se alimentando de
certos tipos de psico-energia, apenas produzidas (e
desperdiçadas) por criaturas Tipo 3, conseguiam
“imortalizar-se”, ou seja, existir durante
longos períodos de tempo inimagináveis
e subjetivamente “eternos” para nós.
Por outro lado, eles descobriram que nossa espécie,
em particular, era e continua sendo uma das maiores,
melhores e inconscientes produtoras dessas psico-energias,
em razão dos 9 erros eneagramáticos que
nos impedem de processá-las em nosso favor. Portanto,
conseguir o controle do nosso mundo era muito importante
não apenas para “pôr em marcha”
seus planos para a conquista total do Universo, o que,
deste modo, poderiam reiniciar em breve, mas também
porque eles nos consideram, simplesmente, uma excelente
fonte de alimentação. Quando consultei
meus guias em relação a estas atitudes
de total desprezo pela existência humana, eles
me revelaram que nós tínhamos que compreender
que não somos o último elo da maravilhosa
cadeia alimentar promovida pelo processo que Gurdjieff
chamaria de Trogoautoegocrático. Portanto, para
os Ildamans e seus aliados, a Terra é como um
grande galinheiro ou um grande curral, do qual se podem
obter “psicomatérias-primas” de “alto
teor psico-energético”, além de
“bons lucros” quando “explorada e
administrada eficientemente” por eles, claro!
Por outro lado, do mesmo modo que nós não
sentimos culpa nem remorso pelo que fazemos com nossos
quadrúpedes, bípedes e “frutos do
mar” e nem consideramos esses atos “bons”
ou “maus”, eles também não
sentem nenhum desses “piedosos” sentimentos
de consideração em relação
à gente. Suas condutas estão longe de
poderem ser julgadas a partir das nossas “considerações
inferiores e subjetivas”. Em suma, quem ainda
estiver pensando que nós somos o último
elo na cadeia alimentar, está vivendo nas nuvens
e apenas demonstra o grau de ignorância que uma
espécie pode atingir, quando acha que é
o “centro do Universo”. Lamentavelmente,
a nossa espécie, ainda perante a visão
estonteante do vasto Universo, não consegue acabar
com seu fantasioso e tolo antropocentrismo, o que pode
ser muito perigoso!
Bem, voltando ao assunto, observei que nossos invasores,
impossibilitados de agir naqueles setores atlantes nos
quais o Código de Thot era respeitado, dificultando
assim seus obscuros projetos, utilizaram diversos “subterfúgios
legais” para estabelecer-se no planeta. Assim,
por exemplo, para evitar a fiscalização
do Governo Mundial, estabeleceram suas avançadas
colônias e cidades longe das megalópoles
e dos grandes centros culturais e urbanos, justamente
perto dos setores mais atrasados e de maior nível
de ignorância do planeta, argumentando perante
as autoridades terrestres que desejavam apoiar os planos
governamentais de progresso global. Para o Governo Atlante,
a iniciativa era positiva, já que, supunha que
esses alienígenas, como outros, colaborariam
com mais recursos para o desenvolvimento daqueles setores
mais conflitantes. Ninguém suspeitava que, por
trás desses “nobres propósitos”
e empreendimentos, se escondia uma terrível sentença
de morte. Com efeito, vi que foi embaixo daquelas “benéficas”
cidades, onde os invasores construíram aceleradamente
enormes e bem aparelhadas bases militares e de “pesquisa”,
impossíveis de serem detectadas pelos sistemas
de segurança terrenos. Quando ficaram prontas,
iniciaram de imediato suas “experiências
científicas” contrárias ao Código
e à “Lei de Unidade de Todas as Coisas”.
Paralelamente, começaram a pôr em prática
um inteligente plano através do qual pretendiam
conseguir o controle total do planeta. Para isso, era
necessário conhecer “a fundo” o funcionamento
cerebral do animal humano e controlá-lo. Testemunhei,
com dor, que os “ratos de laboratório”
utilizados para esse fim foram recrutados dentre aqueles
humanóides sobreviventes das últimas catástrofes,
os quais, por viver em condições miseráveis,
eram facilmente enganados e submetidos. Assim, mediante
processos hipnóticos e drogas psicotrópicas
especiais conseguiram, em pouco tempo, conhecer a fundo
todos os nossos processos químico-cerebrais.
A partir disso e da utilização das células
e da “informação genética”
retirada dos seus “escravos”, criaram “andróides
serventes” e “clones submissos” em
grande quantidade. Estes eram aperfeiçoados até
um nível no qual era impossível distingui-los
dos verdadeiros humanos. Somente os mais experientes
engenheiros genéticos atlantes possuíam,
naquela época, o conhecimento necessário
para distinguir os verdadeiros dos “falsos humanos”,
porém, ninguém suspeitava o horror que
se desenvolvia ali, dia após dia. Com suas bases
subterrâneas concluídas — graças
ao trabalho escravo dos humanos ignorantes e cerebralmente
controlados que os consideravam “deuses”,
impressionados com suas tecnologias, as quais chamavam
“poderes divinos”, e, com o exército
de andróides e clones submissos completo, testemunhei
aterrorizado que os Ildamans e seus aliados estavam
prontos para “intervir” no nosso mundo.
Na superfície, continuavam iludindo seus ignorantes
serventes criando os chamados “paraísos”,
belos locais que na verdade eram prisões, protegidas
por avançados sistemas de segurança. Estes
falsos “paraísos” serviam também
como uma “amostra concreta” das suas “boas
intenções”, no caso de “fiscalização”
por parte das autoridades atlantes.
***
Enquanto isso, terráqueos e extraterrestres praticantes
da “Lei da Unidade de Todas as Coisas” consolidavam
a crescente cultura e civilização atlantes,
baseadas no intercâmbio justo de conhecimentos
e tecnologias que obedeciam ao Código de Thot.
Observei ainda como muitos desses avanços científicos
e tecnológicos beneficiavam, não somente
a nossa espécie, como também aos seus
aliados. Neste sentido, chamou particularmente a minha
atenção o fato de que os sábios
cientistas atlantes testavam e analisavam esses avanços
minuciosamente, até que demonstrassem que não
provocavam danos ambientais, nem interferiam no delicado
equilíbrio cosmo-ecológico da Terra “a
curto, médio ou longo prazo”.
Porém minha dor era tremenda, pois sabia que
a terrível semente da destruição
de toda essa equilibrada e estável civilização
construída, após tantos milênios
de esforços pelos nossos antepassados, estava
em pleno desenvolvimento.
33 - A Conspiração
“Toda a terra tinha uma só língua,
e servia-se das mesmas palavras [...] Depois disseram:
‘Vamos, façamos para nós uma cidade
e uma torre cujo cimo atinja os céus. Tornemos
assim célebre o nosso nome, para que não
sejamos dispersos sobre toda a face da terra’.
Mas os deuses desceram para ver a cidade e a torre que
construíam os filhos dos homens [e disseram]:
‘Eis que são um só povo, e falam
uma só língua; começaram esta obra,
e agora nada os impedirá de executar suas empresas”.Do
livro de Gêneses 11, 1-6.
“[Os ‘deuses’] em seus carros sobre
nuvens... olhavam do alto com mudo espanto os lideres
humanos...”.
Mahâbhârata, Livro VIII, 2.
Ansiosos por concretizar seus planos num curto prazo,
os vingativos líderes Ildamans e seus aliados
iniciaram uma analise da situação geral
para definir as estratégias necessárias
para submeter o mundo. Após sobrevoar o planeta
em seus rápidos Vimanas, sob o argumento mentiroso
de desejar conhecer melhor este “hospitaleiro
mundo”, perceberam que o desenvolvimento global
da civilização humana era tão acelerado
que, se continuasse nesse ritmo, seus planos poderiam
fracassar.
Então, decidiram que teriam que deter esses progressos
a qualquer custo. De outra maneira correriam o risco
de ter que abandonar o planeta, o que atrasaria ainda
mais o reinício da sonhada revolução
cósmica que lhes permitiria separar-se definitivamente
do Todo-Mente, e dominar as centenas de mundos evolutivamente
semelhantes à Terra.
Perceberam, então, que a razão principal
desse rápido progresso era o fato do Código
de Thot estar sendo aplicado num ambiente que possuía
certa condição ideal: os humanos falavam
apenas uma única língua, um único
idioma, condição observada somente nos
mundos superiores e que favorecia sua divulgação
e compreensão. Se eles conseguissem destruir
esse fator de poder e unidade global, não somente
poderiam deter o rápido progresso humano, como
teriam mais chances de apoderar-se do planeta com maior
rapidez e facilidade. Após longas deliberações,
os “tecno-bio-tiranos” decidiram iniciar
um “programa científico” sistemático
e silencioso para destruir esse valioso fator de unidade.
Por outra parte, como sabiam que nem todos os humanos
concordavam com o Governo Mundial, convenceram os líderes
rebeldes, usando “clones” programados de
figuras altamente respeitadas entre eles, previamente
assassinadas, que o mundo estava sendo enganado há
séculos pelos Sábios Criadores Cósmicos
e seus discípulos humanos.
Revelando-lhes deturpadamente as razões ocultas
das suas existências, mentiram sobre o Kundabuffer,
argumentando que esse órgão não
tinha sido retirado e que ainda existia nos cérebros
humanos para submetê-los aos Criadores, que seriam
na verdade tiranos cósmicos e não seus
benfeitores. Graças ao alto grau de hipno-sugestionabilidade
atingido pela nossa espécie, eles conseguiram
persuadir os rebeldes de que o Governo Mundial trabalhava
para consolidar essa submissão e que, por trás
das suas ações benéficas em prol
da unidade global, se ocultava um terrível plano
que acabaria com todas as liberdades humanas. Sempre
à procura do poder e de justificativas para se
opor aos governantes atlantes, os rebeldes acabaram
se sentindo cada vez mais motivados para atacá-los.
Os astutos Ildamans sabiam que isto facilitaria ainda
mais seus nefastos planos, já que o caos causado
naquela sociedade pela perda do idioma comum seria um
bom pretexto para que os rebeldes iniciassem, paralelamente,
uma aparentemente “justa guerra civil”,
culpando os sábios e governantes por essa situação.
Sem que pudessem se compreender uns aos outros, o controle
do que chamavam “essas primitivas bio-formas inferiores”,
seria, então, uma brincadeira.
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