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Livros e DVD - apocalipse 21

Parte V

A Quarta Raça

“Instruamo-los melhor
para evitar
que algo de pior aconteça.
E assim fizeram...
Então os homens todos foram dotados de Manas (Mente).
Viram o pecado
daqueles
que não tinham mente.
A Quarta Raça desenvolveu a linguagem.
O Um se converteu em Dois”...
Do livro de Dyan, Estância IX, Antropogénese.

27 - Razões para uma “Nova Oportunidade” Evolutiva. Thot decide conferir pessoalmente As estranhas características desenvolvidas nos nossos antepassados.


“A Ciência Magistral do Universo... Chegou ao Planeta Terra nos tempos da Lemúria, segundo afirma a Tradição, trazida por Mestres extraterrestres, os quais pretenderam, com este ato transcendental, conceder ao sapiens a possibilidade de uma evolução superior, a qual, até esse momento, lhe esteve negada...”.
John Baines

“Sendo parte dessa hoste de Mestres extraterrestres, que vieram das estrelas para ajudar a Humanidade, Ele (Thot) é hoje uma lenda maravilhosa...”.
Khristian Paterhan

Sim, graças ao trabalho dos colaboradores de Thot em todos os cantos do Universo, aqueles Sábios que vieram pela primeira vez até nosso Sistema Solar e tinham cometido os ditos “erros de cálculo” perceberam, cheios de alegria, que o “Código de Thot” serviria para dar aos humanos uma oportunidade ímpar de atingir o Nível Quatro de existência, superando os efeitos bio-psíquicos provocados pelo segundo erro. Conscientes dos sofrimentos que nossos antepassados tinham suportado naquela longa e acidentada “oitava” evolutiva pediram a Thot que viajasse pessoalmente até o Sistema Solar de Ors (o nosso) e instruísse os seres “racionais” ali existentes nas Leis do seu Código, atendendo as especiais características que os faziam tão diferentes dos seres do mesmo nível em outros mundos habitados. Para Thot e seus colaboradores, estas razões foram mais que suficientes, já que, além de poder estudar in loco os efeitos dos “desvios” possíveis nesse afastado nível do Universo, teriam a oportunidade de verificar as estranhas características que, em função das acidentais experiências passadas, se tinham desenvolvido nessas desgraçadas criaturas, nossos antepassados.
Por estas razões, o Código foi trazido até nosso mundo pelo próprio Thot.

Naqueles tempos, a chamada “Terceira Raça”, conhecida hoje como Lemuriana, vivia seu último ciclo evolutivo.

28 - Algo sobre os Primeiros Lemurianos.

“Eles construíram cidades colossais... talhavam suas próprias imagens... ergueram grandes imagens de nove yatis de altura: o tamanho de seus corpos”.O livro de Dzyan

Antes de continuar com o relato da visita dos Mestres Estelares, devo registrar aqui que me foi permitido observar que os “humanos” das primeiras sub-raças lemurianas eram tão diferentes de nós, em tantos sentidos e tão inconcebíveis para nossas mentes, que fiquei profundamente chocado com essas visões. Tinham enormes estaturas e força física, o que lhes permitia, entre outras coisas, construir prédios e monumentos gigantescos e enfrentar e submeter às monstruosas criaturas existentes na época. Ciclopes de quatro braços, e seres que possuíam um tipo de “visão astral”, graças a uma espécie de “terceiro olho” localizado na testa eram comuns naquela época. Após um longo processo evolutivo, muitas dessas incríveis características psicofísicas começaram a desaparecer.A pesar disso, quando os Mestres Estelares chegaram à Terra, ainda era possível encontrar alguns daqueles raros e gigantescos lemurianos.


29 - Fundação do Primeiro “Colégio dos iniciados na ciência de Thot”.
O Plano para a evolução consciente da humanidade é formalizado.


“Desde os antigos tempos a ciência hermética não se tem perdido nem desvirtuado, ela ainda é conservada na sua pureza (...) Os alienígenas... não estão por chegar; estão aqui desde a remota época de Lemúria, anônimos e completamente confundidos com a multidão. Estes homens têm sido sempre a luz da humanidade (...) auxiliando os homens terrestres, os quais encontram-se apenas num estado larvário na sua evolução.” John Baines

Vi que após um lento processo e uma série de contatos com aqueles nossos antepassados, o Sábio Thot e seus colaboradores entregaram alguns dos seus conhecimentos e o Código a um grupo de lemurianos sábios da época aos quais iniciou nos segredos da sua maravilhosa Ciência. Posso lembrar, com alegria, que foram muitos os benefícios que essa celestial visita trouxe para nosso planeta e para o progresso da nossa espécie. Os lemurianos, agradecidos, renderam grandes homenagens aos seus Instrutores Celestes e, em poucos anos, observei como começaram a vivenciar os resultados positivos que os novos conhecimentos provocavam quando conscientemente aplicados.
Alguns meses antes de partir, os Sábios visitantes alienígenas fundaram o poderoso “Colégio de Iniciados na Ciência de Thot”, que era composto pelos seus discípulos, cientistas e sábios terrestres da época, vindos de todos os cantos daquele proto-histórico mundo. Sabedores de que o planeta viveria novas mudanças catastróficas, prepararam os Iniciados em todas as “especialidades científicas e técnicas” necessárias para suportá-las. Fora isso, deixaram ordens precisas para que trabalhassem constantemente em beneficio de seus semelhantes e lhes foi solicitado jurar que protegeriam o Código e todos os ensinamentos recebidos, para que nunca se perdessem.Ele seria transmitido através de uma disciplinada corrente iniciática capaz de sobreviver até o fim da última Ronda evolutiva terrestre. Desta maneira, se garantiria que os benefícios destes ensinamentos chegassem às gerações futuras até que toda humanidade estivesse pronta para ascender a novos planos de existência em níveis dimensionais superiores, superando, gradualmente, os erros eneagramáticos.
Por outro lado, prometeram nunca mais abandonar nossa espécie. Declararam, também, solenemente que continuariam colaborando para sua evolução, deixando formalizado um Plano Mestre, o qual prevê a visita cíclica de Sábios Instrutores conhecedores da Ciência de Thot, assim como se faz naqueles diversos planetas nos quais habitam seres de Nível 3 como nós. Senti muita alegria após testemunhar aqueles eventos, porque constatei que, a partir desse momento, a evolução da nossa espécie se reiniciaria com uma força extraordinária. Dali em diante, nosso desenvolvimento dependeria apenas dos esforços conscientes que todos conseguíssemos realizar no sentido de viver a “Lei da Unidade de Todas as Coisas”, aplicando o Código com o objetivo de atingir os níveis de consciência superiores do Eneagrama Cósmico.
Os Sábios pensavam que com o correr do tempo e graças a este inteligente plano, conseguiriam nos elevar até um grau capaz de provocar neste setor tão conflituoso do Cosmo, as condições que um dia transformariam este planeta e todo o Sistema num centro de harmonia análogo ao daqueles existentes nos planetas superiores pertencentes aos Sistemas Solares mais próximos do Centrum Omniabarcante 40
Para nossos antepassados lemurianos, essa “ponte” criada entre a Terra e o Céu teve resultados maravilhosos.
Durante muitos séculos, a lenta e chocante transição evolutiva da Terceira para a Quarta Raça continuou se desenvolvendo com os “altos” e “baixos” esperados pelos Mestres Estelares. Naquela época em que seres insuspeitos co-existiam com novos tipos humanos, a nascente corrente iniciática manteve parte daquela bizarra e estranha civilização numa relativa harmonia para felicidade de todos os nossos ancestrais.

30 - A Anunciada destruição de Lemuria. Os Sábios escolhem 36 grupos de jovens iniciados para salvar os conhecimentos e o Código de Thot. Apenas 12 grupos sobrevivem à catástrofe. O surgimento da Quarta Raça: Os Atlantes


“Fogos internos haviam destruído a terra de seus Pais. A Água ameaçava a Quarta. As primeiras Grandes Águas vieram. Submergiram as Sete Grandes Ilhas. Salvos todos os Justos; destruídos os Ímpios. Com estes pereceu a maior parte dos enormes animais produzidos pelo suor da Terra. Poucos ficaram. Alguns amarelos, alguns morenos, alguns vermelhos ficaram. Os que tinham a cor da lua haviam desaparecido para sempre”.
Livro de Dzyan

As catástrofes naturais anunciadas pelos clarividentes já estavam por acontecer. Era necessário salvar o Código de Thot e, para tanto, os Sábios Reitores do Colégio Iniciático idealizaram um arriscado plano com esse propósito. Primeiro, fizeram cópias exatas de todos os ensinamentos recebidos das mãos de Thot, usando materiais alquimicamente preparados para evitar sua destruição ainda que se perdessem por milhões de anos. Também foram feitas cópias de todos os registros e conhecimentos obtidos até então pela nossa espécie Em segundo lugar, 36 grupos, cada um deles composto por 144 pessoas, homens e mulheres, escolhidas eneagramaticamente dentre os mais jovens desses Iniciados, foram treinadas psíquica e fisicamente para suportar as terríveis condições planetárias pós-catástrofe. Quando faltavam apenas algumas semanas para o início dessa série de fenômenos naturais destrutivos que durariam centenas de anos, os 36 grupos se refugiaram com aqueles tesouros em locais especialmente construídos para resistir a essas adversas condições. Estes locais estavam espalhados por diversos setores do gigantesco continente lemuriano. Neles, segundo os cálculos feitos, existiam altas possibilidades de sobrevivência as novas catástrofes naturais. Que dolorosas lembranças!
Apesar de todas essas providências, vi com tristeza que apenas 12 grupos sobreviveram. Após uma série de catástrofes menores, nosso planeta modificava uma vez mais toda a sua superfície. A civilização lemuriana desapareceu, destruída por fogos subterrâneos e dilúvios, e o grande continente se dividiu em grandes e pequenos fragmentos. Milhões morreram...
Lembro os sobreviventes... Quanta dor e sofrimento somos capazes de suportar para evoluir? Séculos se passaram, até que um novo espécime “humano” começou um novo ciclo de vida e progresso, cujo ponto evolutivo culminante aconteceria sob “novos céus e novas terras”.

Oh! A Roda do Samsâra e seus eternos giros! Sim, eu fui testemunha do surgimento lento e doloroso de um novo continente que emergiu dos abismos para se tornar o lar da nova e poderosa Raça Atlante, a Quarta, a que aos poucos seria a mais parecida conosco...

31 - Atlântida: Uma civilização conectada com o Cosmo. Educando indivíduos e não personalidades. Um Governo Mundial à procura da Justiça Global.

“E os deuses em carros transportados em nuvens vieram ver o belo espetáculo... Deslumbrantes carros celestes em grande número atravessavam o céu sem nuvens...” Mahâbhârata I, 4.

“Brilhantes imortais vestidos de luz solar atravessavam o céu líquido e seus carros deslumbrantes correndo em nuvens pousavam nas altas torres. Oferendas... contentavam os Brilhantes no Alto”.Mahâbhârata. III, 2.

“Os textos sânscritos falam dos ‘vimanas’ como de carros voadores de autopropulsão, esclarecendo que não se trata de tradições míticas, as que distinguem escrupulosamente como ‘Daiva’, senão como informações reais, assinaladas como ‘Manusa’... O Samaranga Sutradhava’ proporciona detalhes a respeito da construção destes ‘vimanas’[...] graças aos quais ‘os seres humanos podem voar pelo ar e os seres do céu descer sob a terra’” Arturo Aldunate Philips.

“O livro das montanhas e dos mares, uma das famosas histórias míticas chinesas, diz que um andrógino que tinha apenas um braço e três olhos viajou no vento num veículo voador até países distantes”
Matsumura, Y. J.

Foram tempos confusos aqueles. Estranhos e inexplicáveis acontecimentos, que não me foram permitido revelar, marcaram profundamente as psiques daqueles nossos antepassados.
Apesar de tudo e após superar os caóticos tempos pós-catástrofe e os graves traumas sofridos, aquela nova humanidade reiniciou sua lenta ascensão evolutiva. Após alguns séculos, observei maravilhado o surgimento da hoje lendária Civilização Atlante. Ela se ergueu como a mais extraordinária civilização terráquea conhecida até então, e atraiu inclusive a atenção dos habitantes dos mundos superiores, graças aos seus notáveis progressos científico-tecnológicos, produtos das sábias aplicações do Código e de todos os conhecimentos que tinham sido preservados pelos 12 grupos de Iniciados sobreviventes. Unificados, eles voltaram a fundar o “Colégio dos Iniciados de Thot” em três pontos do planeta, agora dividido em continentes após a catástrofe lemuriana. Com a ajuda dos Sábios Cósmicos — com os quais mantinham contato permanente graças a uma poderosa tecnologia de comunicação intergaláctica —, continuaram a trabalhar pelo progresso de nossa espécie e fundaram as bases de um extraordinário Governo Mundial.
Grandes avanços científicos e tecnológicos foram sendo alcançados com o correr dos anos, alguns deles superiores aos que nos orgulham hoje como espécie. Observei, fascinado, suas famosas Três Cidades Levitantes, pairando a centenas de metros acima da superfície daquele continente as quais estavam habitadas por uma elite de cidadãos altamente qualificados em diversas ciências. Ainda que não fossem tão avançadas quanto aquelas do planeta Octor, elas mereciam serem consideradas como verdadeiras jóias da engenharia atlante. Vi, também, os sofisticados vimanas, cidades voadoras, silenciosas e magníficas, assim como outros incríveis e extraordinários inventos. Guardarei para sempre em minha memória as visões maravilhosas daqueles tempos. O “Eneagrama dos Processos Unificantes” era aplicado na educação e em todas as ciências conhecidas na época. As “multiversidades” atlantes não se preocupavam apenas com a “formação de especialistas e profissionais”, mas também, com o harmonioso desenvolvimento psicofísico dos jovens.Assim, incentivando a criatividade e não a mecanicidade, a compreensão dos conhecimentos e suas ligações e não o entendimento mecânico e sem frutos das palavras mortas, a individualidade ao invés da personalidade, a fraternidade universal ao invés da separatividade, os Atlantes consolidavam dia após dia a melhor das culturas. Todos aprendiam a Lei de Unidade de Todas as Coisas. Os instrutores e mestres trabalhavam despertando os Nove Potenciais do Eneagrama Positivo desde a infância, facilitando assim a obtenção dos níveis de consciência superiores através de diversas técnicas objetivas de meditação e autoconhecimento. Naquela época, o Colégio dos Iniciados de Thot trabalhava fortemente para diminuir ainda mais as seqüelas acidentais provocadas pelos antigos “erros de cálculo” superiores. O contato permanente com os sábios alienígenas colaboradores de Thot foi de grande ajuda nessa importante tarefa.
Outro aspecto do qual fui testemunha, e que devo revelar aqui, diz respeito ao contato normal que nossos antepassados tinham com seres de outros mundos e dimensões espaço-temporais. Neste sentido os atlantes foram, realmente, a mais “cosmopolita” das raças humanas no sentido radical e cósmico da palavra.
Isto tem uma explicação. A partir de uma determinada época — do mesmo modo que tinha acontecido durante o último ciclo da Terceira Raça —, nosso mundo voltou a ser visitado por seres vindos de diferentes sistemas solares e dimensões. Muitos desses visitantes alienígenas se estabeleceram na Terra, formando prósperas colônias, e colaborando cultural e cientificamente com o desenvolvimento do nosso mundo. Terrestres e alienígenas de revestimentos corporais semelhantes aos nossos se uniram formando famílias e gerando filhos “mutantes” de características genéticas extraordinárias e especiais.
Graças a esses contatos e à plena vigência do “Código”, a Atlântida prosperava gradualmente e com ela quase todos os habitantes da Terra...
Sim, “quase todos” porque, como ainda acontece neste século, o progresso não favorecia a maioria. Com efeito, uma das conseqüências mais graves provocadas pelas catástrofes passadas era o total isolamento de centenas de povos e tribos lemuro-atlantes em locais geográficos inacessíveis. Muitos deles tinham sobrevivido às catástrofes lemurianas em lamentáveis condições físicas e psicológicas. Por outro lado, o isolamento geográfico e as traumáticas experiências passadas eram a causa de doenças e terríveis conflitos entre esses povos mais atrasados. Por todas estas razões, a integração destes seres à civilização era extremamente difícil e conflitante.
A fome, a pobreza e a ignorância, da mesma maneira que em nossos dias, excluía esses milhões de seres do progresso atingido nos setores mais próximos da influência benéfica dos governantes atlantes.
Apesar dos grandes esforços do Governo Mundial por integrá-los à civilização e por melhorar a qualidade psicológica geral da espécie, as Nove manifestações Negativas da psique humana obstaculizavam de diversas formas os planos mundiais que ele incentivava. Ao mesmo tempo, um poderoso governo paralelo, desejoso de poder e rebelde à “Lei da Unidade”, tinha conseguido polarizar a sociedade atlante, culpando o Governo central pelos principais problemas planetários. Sim, o mundo estava dividido em dois grandes blocos.
Com o propósito de diminuir a influencia negativa desses graves problemas, e cientes de que nosso planeta era passível de sofrer novos “desvios” evolutivos a qualquer momento, o Governo Atlante fazia grandes e contínuos esforços para consolidar, em todo o mundo, a Justiça e a “Lei da Unidade de Todas as Coisas”. Um deles foi a criação das Escolas de Líderes, nas quais jovens de ambos os sexos, escolhidos por suas especiais características psicofísicas, eram treinados para dirigir os habitantes do planeta. Naqueles tempos a atividade política era tida como a Ciência de Governar para o Bem Comum, e não apenas como uma fonte de poder egoísta ou de prestigio pessoal para satisfazer os complexos de inferioridade de egos conflituosos e problemáticos. Logicamente, um tipo de política que está longe de ser praticada e compreendida nesta nossa época de tiranias violentas e de falsas e corruptas democracias. Voltando ao assunto, segundo os cálculos do Governo Mundial, se o preparo aprimorado dessas jovens lideranças continuasse no ritmo e na velocidade que os sábios tinham determinado, bastariam alguns anos para conseguir que toda a espécie gozasse dos benefícios atingidos pela civilização, inclusive aqueles povos mais atrasados. Mas... uma vez mais o futuro da nossa sofrida espécie seria submetido à prova.