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Livros e DVD - apocalipse 21

Parte IV

O Quê?
Somos Fruto de um Erro de Cálculo?


“Disse a Terra: ‘Senhor da Face Resplandecente;
Minha casa está vazia...
Envia os teus Filhos
para povoarem esta Roda...
Proibiste aos teus Servidores, os pequenos Anéis,
que recolham a tua Luz e o teu Calor...
Envia-nos
agora à tua Serva...’
Disse o Senhor da Face Resplandecente:
‘Eu te enviarei um Fogo quando o teu trabalho
estiver começado...’
... Tua gente estará sob o comando dos Pais.
... Teus homens serão mortais...
... Cessa a tua queixa...
... Teus homens não estão preparados.”
Do Livro de Dzyan, Estância I.

“Em seguida foram ensaiados
seres construídos,
seres formados pelos Construtores, os
Engendradores...”

Popol Vuh

21 - Do Por que o “Código de Thot” chegou a ser conhecido no nosso planeta. Gurdjieff tinha razão: um cálculo errado deu origem à Lua e ela foi a causa da vida na Terra. As primeiras raças. História do malsucedido implante do órgão “Kundabuffer”.


“Porém, como conseqüência dos cálculos errados de certo Individuum Sagrado, experto em matéria de leis de criação e conservação do mundo [...] o planeta Terra e o cometa Kondur entraram em colisão; bateram tão violentamente que, devido ao golpe [...], desprenderam-se da Terra dois grandes fragmentos [...] o fragmento grande foi designado, não faz muito tempo, com o nome de“Lua”. No que diz respeito ao fragmento pequeno, foi esquecido aos poucos [...] os seres dos tempos atuais não somente não lhe dão nenhum nome, sequer suspeitam da sua existência [...] Se por uma casualidade um deles o percebe através desses brinquedos excelentes, embora muito infantis, que chamam “telescópios”, não lhe prestam muita atenção, achando que é simplesmente um grande “aerólito” [...].
G.I. Gurdjieff em 1946

“O mundo acabou em fogo, enxofre, estrondo e escuridão [...] há 65 milhões de anos [...] Uma pesquisa científica [...] confirma a teoria de que [...] um cometa ou asteróide gigante, com cerca de 10 quilômetros de diâmetro, caiu na Península de Yucatán, no Golfo do México”.Mais adiante, um dos cientistas que colaborou nessa pesquisa declara: “A Terra é um lugar mais perigoso do que se imagina [...] Nós estamos na beira do abismo, protegidos da imensidão do universo apenas por uma fina membrana azul, a atmosfera”.Na Revista Veja em 1997.

“Asteróide acompanha Terra em torno do Sol. Objeto pode ser uma segunda “lua” para o planeta.” Jornal do Brasil em 1997

“Descoberto um pedaço da Lua em órbita da Terra. Cientistas dizem que o achado é um alerta sobre a aproximação de astros até agora desconhecidos” O Globo em 1997

Para compreender as razões pela quais o “Código” foi trazido pelo próprio Thot até nosso planeta, revelarei aqui fragmentos de alguns antiqüíssimos e desconhecidos acontecimentos terrestres dos quais fui testemunha.
Thot e seus colaboradores sabiam que, antes da descoberta da “Lei da Unidade de Todas as Coisas”, os Sábios Cósmicos tinham tentado, inutilmente, diminuir as catastróficas conseqüências dos estranhos fenômenos periódicos que costumavam alterar negativamente a ordem nos diversos níveis afastados do Centrum, entre eles, o nosso. Por esta razão, quando intervinham nesses processos desequilibrantes, cometiam, às vezes, graves “erros de cálculo”. Ainda que estes “erros” fossem passíveis de serem corrigidos, nem sempre o resultado era imediato. Em alguns casos, era necessário esperar alguns æones.
Isto foi o que aconteceu com o nosso planeta e comprovei então, pessoalmente, que tudo aquilo que Gurdjieff revelara nos “Relatos de Belzebu a seu neto” e Blavatsky na sua “Doutrina secreta” acerca da história esquecida da humanidade, tinha realmente acontecido. Em benefício dos que desconhecem essas revelações, vou resumir brevemente algumas delas aqui, acrescentadas com os dados que obtive nas minhas visões:
Quando nosso Sistema Solar estava acabando de se formar, alguns Sábios Cósmicos aproveitaram a ocasião para estudar mais de perto o evento. O objetivo era a obtenção de dados que lhes permitiriam conhecer o funcionamento cósmico daqueles níveis mais afastados do Centrum. Paralelamente, aproveitaram para estudar o surgimento dos diversos planetas, sendo que um deles lhes chamou especialmente a atenção, em virtude do extraordinário potencial que demonstrava para a formação de vida, na medida em que sua massa se esfriava e sua atmosfera se consolidava. Esse planeta era a Terra.Concluíram, também, que este Sistema, e os diversos planetas que nele começaram a se formar, possuía tremendas possibilidades de sofrer diversas desarmonias e catástrofes cíclicas, confirmando o que já sabiam a respeito dos perigosos “Níveis Vibratórios Inferiores”. Em certa ocasião, eles observaram que um cometa estava em rota de colisão com nosso mundo ainda em formação. Ao tentar desviá-lo, cometeram, acidentalmente, um desses costumeiros “erros de cálculo” já mencionados, provocando justamente o que pretendiam evitar. O impacto foi tão violento que causou o desprendimento de dois grandes fragmentos do nosso planeta, um dos quais se transformaria na nossa atual Lua.
Enfim, após analisarem os resultados dessa colisão fenomenal, chegaram à conclusão de que não haveria perigo imediato de que esse terrível acidente provocasse desgraças maiores nem no Sistema, nem no nosso planeta. A razão era simples: os fragmentos tinham ficado orbitando em volta do nosso mundo graças à influência das leis cósmicas correspondentes. Porém, preocupados com a possibilidade de que, no futuro, esses fragmentos, “escapassem” da órbita do nosso mundo, ocasionando outros gravíssimos transtornos nesse e em outros Sistemas vizinhos, decidiram que o único modo de fazer com que a Terra mantivesse esses “fragmentos” sujeitos à sua órbita era provocando e acelerando novas condições adequadas para a vida. Sabiam que, desse modo, a interação das diversas formas de vida orgânica geraria certas energias cósmicas que tinham a propriedade de produzir vibrações com as quais esses fragmentos seriam mantidos na sua acidental órbita “para sempre”.
Após solicitar ao Conselho de Sábios as devidas autorizações, foi iniciado, com a participação de um grupo de cientistas cósmicos famosos naquela época, o processo de geração de vida orgânica no nosso planeta. Os resultados foram excelentes e, graças a essa intervenção, os fragmentos deixaram de constituir uma ameaça para o Cosmo. Assim o primeiro “erro de cálculo” foi corrigido.
Os séculos se passaram e a vida “semeada” no nosso mundo foi atravessando os estágios previstos de desenvolvimento evolutivo, tornando-se, aos poucos, cada vez mais complexa, como era de se esperar.
Os “criadores” não tardaram a descobrir com alegria que — como em todos os outros mundos nos quais existem as condições para o desenvolvimento de formas de vida cada vez mais complexas e inteligentes—, o nosso mundo logo seria o berço de bio-formas de Nível 3 básico. Logicamente, seriam inicialmente diferentes daquelas existentes nos mundo superiores, devido às condições planetárias e sistêmicas imperantes, mas teriam, em longo prazo, as mesmas probabilidades evolutivas que toda criatura de Nível 3 pode vir a manifestar em qualquer ponto “habitado” do incomensurável Universo. Afinal, eram bio-formas criadas “à imagem e semelhança” dos seus “criadores” e, portanto, eles viam estes processos cheios de esperança. Foi assim que aqueles seres que formaram parte das lendárias “Primeiras Raças assexuadas”, conhecidas graças a Blavatsky como “os-Nascidos-por-si-mesmos e sem-mente” e “os Nascidos-do-Suor e com um germe de inteligência” se desenvolveram naturalmente.

Milhares de anos mais tarde, quando os nossos criadores voltaram para observar o resultado de suas experiências, verificaram que as mencionadas criaturas de Nível 3 tinham atingido o nível evolutivo chamado “Terceira Raça”, e que, após um longo ciclo natural de “androginia” e “hermafroditismo”, tinham iniciado o processo conhecido como a “separação dos sexos”, o qual permitiria de ali em diante, o tipo de procriação sexual que conhecemos hoje em dia. Ao mesmo tempo, os criadores verificaram que os parâmetros básicos de inteligência e razão necessários para obter maiores níveis de consciência já estavam prontos. Porém as opiniões a respeito ficaram divididas e alguns achavam que isso não deveria acontecer até que fossem tomadas certas medidas de segurança, já que supunham que atingindo novos níveis de consciência, nossos antepassados poderiam dar-se conta da precária situação de sua existência e perceber que somente tinham vindo povoar o planeta “acidentalmente” e, apenas, para fazer parte de um processo de equilíbrio naquele “perigoso” Sistema Solar. Fora isso, se descobrissem a grande distância que separava seu mundo do Centrum, poderiam pensar que suas vidas não tinham nenhum valor e até querer deixar de existir e reproduzir-se ante essa terrível constatação.
Após sérias deliberações, decidiram que, para que eles não tivessem consciência durante algum tempo dos perigos a que estavam submetidos naquele afastado setor do Universo, deveriam realizar uma arriscada, porém, necessária intervenção biopsicogenética de caráter massivo.
Assim, implantaram no “Sistema cérebro-espinhal” dos nossos antepassados uma espécie de “órgão” que provocaria uma temporária “visão errada da realidade”, caracterizada por percepções, sensações e sentimentos de caráter prazeroso, que lhes faria pensar que nosso mundo era um verdadeiro “paraíso” e eles, criaturas “afortunadas” e “importantes” por viver nele.
A idéia, fruto de suas “boas intenções”, era mantê-los cerebralmente “adormecidos” para as verdadeiras razões da sua existência, até quando o equilíbrio do planeta e seus “satélites”, estivesse totalmente consolidado e garantido. Acreditavam ser esta a única maneira pela qual eles garantiriam, junto às outras formas de vida, a produção e emanação das energias equilibrantes tão necessárias naquele “instável” período evolutivo pós-catástrofe.
Este “dispositivo biopsicogenético” — ao qual Gurdjieff chamou Kundabuffer —, emitia certos “sinais químicos” os quais, além de provocar entre eles a percepção errada de um “eu pessoal” e separado do Todo, liberava as “substâncias” produtoras das sensações de prazer e gozo. Desta maneira, a ilusão de possuir egos separados do Todo permitia que eles esquecessem de pensar nas desvantagens de viver num planeta tão afastado do Divino Centrum e, por outra parte, as sensações de “prazer” e “gozo” acentuavam, entre outras coisas, o nascente e forte desejo de união sexual, o que garantiria a reprodução. Ou seja, reproduzir-se seria, daí por diante, percebido como parte de um ato prazeroso. Desta forma, desejariam realizá-lo “com todas as suas forças”, sem ter noção de que apenas estariam assegurando o eco-equilíbrio planetário ao multiplicar-se sem restrições. Nesse momento a ordem dos “criadores” era: “cresçam e multipliquem-se”. 25 A intervenção parecia um sucesso, porém, o esquecimento de um “detalhe” foi a causa de um novo “erro de cálculo” e o início de outros graves problemas para nossa espécie.

Este segundo “erro de cálculo” foi provocado pelo fato de não se considerar certos aspectos instintivos da espécie. Com efeito, nossos antepassados, como qualquer outra espécie animal, possuíam os naturais instintos de sobrevivência e preservação. Estes não foram afetados pelo órgão Kundabuffer, razão pela qual, nos seus “inconscientes-animais”, mantinha-se a sensação “irracional” de que algo não estava bem nesse mundo, de que existia um “perigo” oculto, algo “contrário à ordem”, algo desconhecido e ameaçador que foi provocando uma crescente e poderosa sensação de medo, um medo surdo e inexplicável.

22 - Os “criadores” extirpam o órgão “Kundabuffer” e percebem que “algo” está funcionando mal entre nossos antepassados

“Naquele terceiro descenso, os membros sagrados da Alta Comissão, após haver estabelecido com suas pesquisas minuciosas, que as medidas tomadas já não eram necessárias [...] suprimiram, entre outras coisas, nos seres tri-cerebrais (humanos) de lá, (da Terra) [...] dito órgão Kundabuffer, com todas as suas surpreendentes propriedades”.
G.I. Gurdjieff nos “Relatos de Belzebu a seu neto”.

Quando, finalmente, os criadores acharam que era o tempo de extirpar Kundabuffer, aquele medo inconsciente junto com a nefasta ilusão de possuir um “eu pessoal” tinha-se cristalizado na memória biogenética dos nossos antepassados. Somente então eles começaram a perceber “algo” anormal entre os “humanos”, algo que modificava negativamente suas condutas até provocar neles manifestações impróprias em criaturas de Nível 3. Esse “algo” sombrio e assustador era o resultado da externalização cada vez mais destrutiva do medo instintivo há tanto tempo abafado.
Como todo o mundo sabe, o medo gera, às vezes, reações de agressividade incríveis, até o ponto de quem o sofre parecer valente, ousado e corajoso perante os demais.
Neste caso, eles começaram a reagir agressivamente em todos os sentidos e os resultados foram terríveis.


23 - O medo provoca 3 estranhas reações: A destruição mútua; A deturpação do “prazer” e...

“E os que careciam de Centelha tomaram para si enormes animais fêmeas... geraram monstros... uma raça muda para silenciar a sua vergonha. (...) Vendo isso, os Lhas que não haviam construído homens choraram, dizendo: ‘Os Amanasas (Sem-Mente) macularam nossas futuras casas. Isto é Carma”.
Do Livro de Dzyan

Os sábios criadores alienígenas, após uma série de estudos e pesquisas, perceberam que, em função desse fator desconhecido, nossos antepassados tinham adquirido 3 tipos de comportamento indesejáveis:
Primeiro: A destruição mútua. A cada certo tempo iniciavam terríveis guerras sem nenhuma causa nem razão objetiva. Nelas, motivados até pelos mais fúteis motivos, matavam-se uns aos outros aos milhares. O medo se manifestava na violência desses processos periódicos de destruição mútua, assim como nos sangrentos rituais e sacrifícios humanos e animais, que começaram a proliferar em todo e qualquer lugar. Era como se uma parte de suas psiques primitivas tivesse encontrado um modo doentio de escapar e exorcizar as “forças malignas e ocultas” que faziam deste mundo algo tão perigoso, cuja real situação seus “criadores” tinham tentado ocultar: morrer e matar era a saída. Morrer sacrificado era uma honra, morrer na guerra era uma oportunidade para chegar aos “paraísos verdadeiros”. Matar uns aos outros estava assim, inconscientemente justificado: era uma maneira de liberá-los do medo. Só que isso jamais seria consciente. A partir de então, as guerras humanas seriam, são e continuarão sendo, apesar de todas as nossas explicações, teorias e racionalizações, uma maneira indireta e disfarçada de acabar com o sofrimento de viver neste perigoso mundo afastado do Centrum e um meio para canalizar o desejo inconsciente de suicídio coletivo. Logicamente, o instinto de perigo que tinha sido abafado em virtude do órgão Kundabuffer, se manifestava dessa maneira degenerada, terrível e cruel. Por acaso o animal selvagem quando acuado pelo perigo e sem poder fugir não ataca com cega e suicida fúria?

Segundo: A deturpação do prazer a qual provocou os seguintes desvios:
Do mesmo modo que em determinadas épocas se destruíam com terrível paixão, em outras se reproduziam de uma maneira tão explosiva e irracional, que viviam todas as conseqüências negativas que hoje, sabemos, estão atreladas a uma superpopulação descontrolada.
Por outro lado, a extrema lascívia que o desejo de prazer sexual tinha despertado neles, fez com que nossos antepassados começassem a transar com certo tipo de fêmeas animais de uma espécie já extinta, o que acabou dando origem aos primatas, criaturas sub-humanas que os cientistas acreditam erroneamente ser a origem da humanidade. Os criadores observaram ainda que esse deturpado desejo de prazer se manifestava até psicologicamente através do desejo incontrolável que nossos antepassados passaram a mostrar por possuir o alheio e dele gozar, luxuriosamente. Gozar sem limites foi a maneira de enfrentar essa dor interna provocada pela intuída brevidade e precariedade das suas existências. Toda conduta era justificada para atingir esse gozo, até matar. Matar também gerava prazer.
Assim, ora se reproduziam lascivamente, sem controle nem medida, ora se destruíam em massa, uns aos outros, em guerras absurdas, banais e insanas, de violência e crueldade desenfreadas e assustadoras, desconhecidas em outros setores do Universo.

24 - Eneagrama da Deturpação dos 9 níveis de Percepção. As 3 Virtudes-Ativas. Origem dos 9 traços inadequados.

“Após a queda, os rostos dos humanos ficaram feios e lhes foi tirada a Sabedoria... somente conservaram inteligência para as coisas materiais e corporais”.
Do livro sagrado “Zohar”

A última conseqüência indireta do segundo erro de cálculo gerou-se mais ou menos do seguinte modo: A retirada do órgão kundabuffer não conseguiu acabar com a ilusão de um eu pessoal e separado do Todo. Esta ilusão ficou tão cristalizada na psique humana que, com o correr do tempo, começou a entorpecer a percepção da Unidade de Todas as Coisas, provocando o fato dos seres humanos se considerarem até mais importantes que o Todo ao qual pertenciam. Devido a este fato, nossos antepassados começaram aos poucos a manifestar 9 alterações psíquicas impróprias para a canalização justa dos chamados “Nove Níveis de Percepção da Realidade Tal qual Ela É” e, como naquela época, nossos criadores ignoravam a existência destes Níveis — já que, somente mais tarde, é que seriam conhecidos graças às descobertas de Thot —, nada puderam fazer para impedi-las.
Devo acrescentar, ainda, que esses Nove Níveis de Percepção da Realidade Tal qual Ela É se expressam sempre segundo a exata Lei de Três que governa todo o Universo e promove em todo ser vivo: O AMOR (ou Ativo Amor – Realizador), A FÉ (ou Ativa Fé e Certeza no Sentido Real da Vida Uma), e A ESPERANÇA (ou Ativa Esperança da Verdadeira Expressão do Ser Um). Apesar de qualquer ser de Nível Três ter a possibilidade de canalizar estas Três Ativas-Virtudes Cósmicas naturalmente, através dos seus Três Centros, elas começaram a se manifestar em nossos antepassados, com efeito exatamente contrário. Isto provocou o surgimento de 9 Erros de Percepção e 9 Traços Psicológicos Impróprios, ou seja, 3 alterações impróprias e negativas para a expressão correta de cada uma das Três Virtudes Originais. A partir de então, os Três Centros, em desarmonia, se desenvolveriam precária e unilateralmente, sendo uma árdua tarefa reintegrá-los e harmonizá-los.

25 - Os 9 erros de Percepção e os 9 traços impróprios. Origem dos chamados 7 pecados capitais.

“Sabemos, de fato, que a Lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido ao pecado. Porque não sinto gosto pelo que faço, pois não faço o que quero, mas faço o que aborreço. E se faço o que não quero, reconheço que a Lei é boa. Mas então, não sou eu que o faço, mas o pecado que mora em mim (...) Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero. Ora se faço o que não quero, já não sou eu que faço, mas sim o pecado que em mim habita (...) Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que acarreta a morte? Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, Nosso Senhor” Apóstolo São Paulo

O Medo provocou a deturpação da Fé, a qual degenerou aos poucos se transformando em:
a) Percepção Ilusória, Incerteza, e Medo-mental;
b) Insatisfação constante e ilusória, Percepção de falsos satisfatóres, Percepção Ilusória de liberdade e;
c) Falso saber, pseudo-entendimento e psico-separatividade egocêntrica.

Esta degeneração provocou a transformação gradual do Amor, em:
a) Pseudo-Ação, Pseudofazer e Pseudo-esforço;
b) Ação exagerada, agressiva e luxuriosa e;
c) Ação repetitiva, limitada e obsessiva.

Finalmente, como resultado desses desvios, a Esperança foi negativamente alterada para 3 formas de mentira:
a) Confusão ilusória de: ser com ter, ser com parecer (e/ ou aparecer), e ser com falso ego ou personalidade;
b) Auto-engano, Expressão enganosa, Sugestibilidade e;
c) Falsa Realização, Sofrimento ilusório e Falso sentir.

Com o correr dos séculos, vi que estas Nove deturpações das Três Virtudes-Ativas seriam reduzidas pelos sábios cristãos aos famosos “Sete Pecados Capitais”, tal como conhecidos na atualidade. Assim, as deturpações do Ativo-Amor-Realizador são chamadas Luxúria e Ira. As deturpações da Ativa Fé-Certeza-no-Sentido-Real-da-Vida-Uma são conhecidas como Gula e Avareza. As deturpações da Ativa Esperança-na-Verdadeira-Expressão-do-Ser-Um são chamadas de Orgulho e Inveja. Todas estas deturpações, enquanto vibrações negativas, impedem que o Amor se manifeste, e o Amor, como o expressaria séculos mais tarde o Apóstolo Paulo, é a maior das Três Virtudes Sagradas. Sim, é o Amor a verdadeira causa de todas as retas ações. Por isso, a Preguiça ou Indolência, entendida como a Incapacidade de Realizar e Atuar Por e Com Amor, completou a lista dos famosos “Sete Pecados Capitais”.
Era lógico se esperar que, tendo ficado obstaculizada a manifestação do Amor em nossos antepassados, todas as demais influências trinas associadas à Fé e à Esperança sofressem os sutis “desvios” que finalmente se cristalizariam nos chamados Nove Traços Impróprios do Eneagrama, dos quais os 3 Nucleares são o Medo, a Pseudo-Ação e a Mentira.
Por esta razão, quando estes tristes resultados indiretos ficaram definitivamente comprovados, vi que todos os Grandes Instrutores Iluminados, que ciclicamente viriam à nossa Terra para colaborar com a nossa evolução, tentariam nos fazer compreender e sentir, primeiro, a importância e o Poder do Amor.
Sei que, quando o Amor volte a ser canalizado por cada um de nós, conscientemente, nosso planeta poderá vir a ser um paraíso e a Vontade do Todo será feita na Terra assim como se faz nos Níveis Dimensionais Superiores.

26 - Necessidade de Reatualizar a ciência do ser sintetizada no Eneagrama

“[...] é necessário compreender que o Eneagrama é um símbolo universal. Qualquer ciência tem seu lugar no Eneagrama e pode ser interpretada graças a ele. E, sob este aspecto, é possível dizer que um homem só conhece realmente, isto é, só compreende aquilo que é capaz de situar no Eneagrama. O que não é capaz de situar no Eneagrama, não compreende [...] G.I. Gurdjieff.

Contemplei, entristecido, como foi que, com o decorrer do tempo e devido às impróprias maneiras de viver da nossa espécie, estes “Nove Traços” se fixariam totalmente na nossa memória psicogenética, dificultando a compreensão e a vivência dos ensinamentos dos nossos Instrutores Celestes. São estes Nove Traços Negativos os que provocam nossos sofrimentos psíquicos e morais, pessoais e coletivos.Sei que eles deveriam ser objetos de profundos estudos, especialmente por parte daqueles que pretendem ser os detentores dos conhecimentos relativos à psique humana e que ainda ignoram a milenar Ciência do Ser, da qual o Eneagrama é a síntese total, exata e objetiva.
Foi justamente em razão de todos estes fatos e de suas nefastas conseqüências para nossa espécie que Thot e seus colaboradores foram convidados para trazer pessoalmente o “Código” até nosso planeta.